O eterno Presidente da Confap, Albino Almeida, está zangado com Nuno Crato e com o Gave a quem acusa de fazer exames para segregar alunos. Quando os exames eram feitos com o objetivo de maquilhar estatísticas para fazer crer aos organismos internacionais que o país estava a ter sucesso na melhoria dos indicadores educativos, Albino Almeida não acusava o MEC nem o Gave de promoverem a facilidade. Agora que a fasquia do nível de exigência subiu um pouquinho, o Presidente da Confap não pára de debitar para a comunicação social acusações deste calibre:
Albino Almeida lembra que as avaliações servem para apurar o nível de aprendizagem dos alunos ao fim de um ciclo de estudos e para perceber “se estão capacitados para seguir o seu percurso superior”. Por não estar a ser cumprida essa função, o responsável da Confap considera “preocupante” o investimento feito em aulas de explicações pelos encarregados de educação de milhares de alunos que não atingiram as metas que se tinham proposto. “Quero que os exames respondam ao que defendeu Piaget: só se deve ensinar o que se pode avaliar e só se deve avaliar aquilo que se ensinou”, resume. Fonte: iOnline
Albino, o Pedagogo, invoca Piaget para justificar as suas críticas e teses. E vai ao ponto de colocar esta frase na boca do velho psicólogo suiço: "Só se deve ensinar o que se pode avaliar e só se deve avaliar aquilo que se ensinou".
Albino junta a voz aos social-construtivistas incomodados com a rutura introduzida por Nuno Crato em matéria de opções curriculares e pedagógicas. A recuperação da simplicidade perdida e dos objetivos definidos com clareza, evidente nas novas Metas Curriculares, deixou muito construtivista incomodado. O velho e sempre atual Benjamin Bloom regressou em força e isso incomoda os teóricos e os práticos da "engenharia social educativa".
Estes exames e outros que possam surgir por causa da «teimosia» do MEC são de uma utilidade que vale 0 (zero). A todos os níveis. É um gasto desmesurado de dinheiro e de recursos humanos para... NADA.
ResponderEliminarO que é preciso é que a avaliação seja feita nas escolas, com os testes de avaliação e todos os outros parâmetros que caracterizam a avaliação contínua.
Com este sistema de exames «a la carte» continuamos a ter tiques de ricos e cultos...
O senhor Albino está a entrar na "Velhice do Padre Eterno" e, das duas uma, ou tem uma prole muito numerosa ou fartam-se de chumbar.
ResponderEliminarO país chegou onde chegou graças a professores tão bem representados pelo primeiro comentador.
ResponderEliminarEstou com o Rantanplan.
ResponderEliminarA "avaliação continua" é aquela coisa que permite dar ao aluno 2, 2, 3 e não permite 3, 3, 2?