Porque a escola não é uma discoteca. Também não é um bar ou um café. Tão pouco um areal à beira mar. Porque se queremos que nos respeitem temos de afirmar, por palavras e atos, que a escola não é um local qualquer. Olhar para o lado, fingir que não se vê são as atitudes mais fáceis. Mas têm um preço. Um elevado preço que todos pagamos com o agravamento e generalização de ambientes escolares hostis ao ensino e à aprendizagem.
Para saber mais


Há uns tempos provoquei um incêndio com esta:
ResponderEliminarhttp://fiel-inimigo.blogspot.pt/2010/09/das-neo-badalhocas.html
A bordelização da escola pública.
ResponderEliminarNão era preciso haver uniforme, mas normas que proibissem certos abusos e sobretudo o mau gosto. No Colégio Alemão do Porto não há uniformes, nunca houve e no entanto nenhum aluno vestiria deste modo ridículo e provocante. Tudo depende do respeito e bom senso que os pais e alunos sentem pela instituição.
ResponderEliminarMuito bem dito, Virginia! Na minha sala de aula nunca entrou nem entrará um aluno nestes propósitos!...É uma questão de respeito, autoridade e de normas explícitas ou não da escola. Não vejo qualquer necessidade de estabelecer uma nova Mocidade Portuguesa nas escolas!...
ResponderEliminarCaro António França,
ResponderEliminarJá reparou quantos portugueses trabalham de bata? De fato-macaco? De farda?
Quando vê um médico de bata pensa em Mocidade Portuguesa?
Caro RioD'oiro
ResponderEliminarA bata, o fato-macaco e a farda têm feito dos portugueses que as usam trabalhadores mais competentes? A julgar pelo estado a que o país chegou, não me parece.
Caro ricarva,
ResponderEliminar"A bata, o fato-macaco e a farda têm feito dos portugueses que as usam trabalhadores mais competentes?"
E a ausência dela explica a incompetência?
Penso que temos que adotar uma perspetiva evolutiva e ligar o uso da bata ao processo psico-evolutivo da criança/jovem. Até determinado nível etário (é preciso determinar qual) tem todo o sentido, até numa perspectiva de prevenção, o uso da bata, para evitar os excessos que se virão a manifestar após o jovem ter moldado a sua personalidade num clima de estimulação ambiental doentiamente permissivo. Uma coisa não aceito, é que o debate sobre o assunto se transforme num debate político-ideológico.
ResponderEliminarO novo estatuto do aluno já contempla esta situação. Não é preciso chegar ao extremo do uniforme.
ResponderEliminarartº10 alínea v:
"Cuidar da sua higiene pessoal e apresentar-se com vestuário que se revele adequado, em função da idade, à dignidade do espaço e das atividades escolares, no respeito pelas regras estabelecidas na escola;
Os pais /encarregados de educação tem um papel fundamental nesta como noutras situações. O respeito por cada ser pela sociedade em si e pelo coletivo, determina os comportamentos. Não será necessário farda,mas um maior respeito pelas regras de viver em sociedade adequadas ao local e ás situações em questão.
ResponderEliminarCaro Alexandre,
ResponderEliminarEu também me parece suficiente, assim seja aplicado.
Há sempre os casos em que eles se podem sujar ou correr riscos (oficinas, etc) mas isso é outra história.
Voltando à aplicação, não me surpreenderia que nalguns casos fosse necessário passar-se, por exemplo, pelo uso generalizado de uma bata pare se evitar o hipotético desafio diário sobre se o traseiro está à vista ou não.
Devia ser obrigatório o uniforme, moderno, confortável e diferente (logo) para cada escola, mas acima de tudo FABRICADO 100% EM PORTUGAL.
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