20 Junho, 2012

Para evitar isto...eu defendo o uso de uniforme escolar

Porque a escola não é uma discoteca. Também não é um bar ou um café. Tão pouco um areal à beira mar. Porque se queremos que nos respeitem temos de afirmar, por palavras e atos, que a escola não é um local qualquer. Olhar para o lado, fingir que não se vê são as atitudes mais fáceis. Mas têm um preço. Um elevado preço que todos pagamos com o agravamento e generalização de ambientes escolares hostis ao ensino e à aprendizagem.


Para saber mais

12 comentários:

  1. Há uns tempos provoquei um incêndio com esta:

    http://fiel-inimigo.blogspot.pt/2010/09/das-neo-badalhocas.html

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  2. Não era preciso haver uniforme, mas normas que proibissem certos abusos e sobretudo o mau gosto. No Colégio Alemão do Porto não há uniformes, nunca houve e no entanto nenhum aluno vestiria deste modo ridículo e provocante. Tudo depende do respeito e bom senso que os pais e alunos sentem pela instituição.

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  3. Muito bem dito, Virginia! Na minha sala de aula nunca entrou nem entrará um aluno nestes propósitos!...É uma questão de respeito, autoridade e de normas explícitas ou não da escola. Não vejo qualquer necessidade de estabelecer uma nova Mocidade Portuguesa nas escolas!...

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  4. Caro António França,

    Já reparou quantos portugueses trabalham de bata? De fato-macaco? De farda?

    Quando vê um médico de bata pensa em Mocidade Portuguesa?

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  5. Caro RioD'oiro

    A bata, o fato-macaco e a farda têm feito dos portugueses que as usam trabalhadores mais competentes? A julgar pelo estado a que o país chegou, não me parece.

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  6. Caro ricarva,

    "A bata, o fato-macaco e a farda têm feito dos portugueses que as usam trabalhadores mais competentes?"

    E a ausência dela explica a incompetência?

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  7. Penso que temos que adotar uma perspetiva evolutiva e ligar o uso da bata ao processo psico-evolutivo da criança/jovem. Até determinado nível etário (é preciso determinar qual) tem todo o sentido, até numa perspectiva de prevenção, o uso da bata, para evitar os excessos que se virão a manifestar após o jovem ter moldado a sua personalidade num clima de estimulação ambiental doentiamente permissivo. Uma coisa não aceito, é que o debate sobre o assunto se transforme num debate político-ideológico.

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  8. O novo estatuto do aluno já contempla esta situação. Não é preciso chegar ao extremo do uniforme.

    artº10 alínea v:
    "Cuidar da sua higiene pessoal e apresentar-se com vestuário que se revele adequado, em função da idade, à dignidade do espaço e das atividades escolares, no respeito pelas regras estabelecidas na escola;

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  9. Os pais /encarregados de educação tem um papel fundamental nesta como noutras situações. O respeito por cada ser pela sociedade em si e pelo coletivo, determina os comportamentos. Não será necessário farda,mas um maior respeito pelas regras de viver em sociedade adequadas ao local e ás situações em questão.

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  10. Caro Alexandre,

    Eu também me parece suficiente, assim seja aplicado.

    Há sempre os casos em que eles se podem sujar ou correr riscos (oficinas, etc) mas isso é outra história.

    Voltando à aplicação, não me surpreenderia que nalguns casos fosse necessário passar-se, por exemplo, pelo uso generalizado de uma bata pare se evitar o hipotético desafio diário sobre se o traseiro está à vista ou não.

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  11. Devia ser obrigatório o uniforme, moderno, confortável e diferente (logo) para cada escola, mas acima de tudo FABRICADO 100% EM PORTUGAL.

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