O lobby da Educação Física tem um poder imenso no sistema educativo. Nas últimas décadas, fortaleceu o poder dentro das estruturas do MEC. Há 12 meses para cá esse poder entrou em risco. Nuno Crato colocou a Educação Física no sítio. A Educação Física deixou de contar para a classificação final de ingresso no ensino superior. O lobby reagiu com carta aberta a Nuno Crato assinada nada mais nada menos que por 26 catedráticos. Acusam o MEC de retirar carga horária à Educação Física. Não me parece que tenham razão. As novas matrizes curriculares não tiram horas à Educação Física.
O projeto Desporto Escolar continua intocável. Há que reconhecer: a Educação Física volta a ocupar o lugar que teve no passado. A classificação não conta para a nota e ingresso. A Educação Física é uma disciplina que tem importância no desenvolvimento motor e na promoção de estilos de vida saudável. E chega. É à luz da perda de poder da Educação Física no equilíbrio da estrutura curricular que se deve ler a carta enviada ao ministro da educação por 26 professores universitários da área da Educação Física. Estão no seu direito. Do ministro da educação espera-se que não ceda ao lobby.
Um conjunto de 26 professores catedráticos de todo o país enviaram uma carta ao ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, onde dizem que diminuição do número de horas de prática de exercício físico nas escolas terá consequências ao nível da obesidade infantil e aumentará os gastos com saúde. Fonte: Público
Os últimos 12 meses marcaram um rutura em matéria de organização curricular. O MEC fez uma clara distinção entre as disciplinas estruturantes, Matemática e Português, claramente mais importantes dos que as outras, e as restantes. Nas restantes, o MEC distingue claramente dois grupos de disciplinas: um núcleo de disciplinas compostas pelas Ciências, História, Geografia e Inglês, que ocupam uma posição determinante no currículo, merecendo mais atenção, mais recursos e mais horas, e as Artes e a Educação Física. As últimas, sendo importantes para a formação integral dos alunos, posicionam-se claramente atrás das primeiras, Matemática e Português, e das segundas, Ciências, História, Geografia e Inglês.
A opção clara por esta hierarquia curricular é nova. E é bem-vinda. Mas incomoda muita gente. Ainda bem. reformas que não incomodam são inócuas.
Um ministro forte não cede.
ResponderEliminarArgumentar com dados incorretos dá jeito, pena não ser verdade.
ResponderEliminar"Acusam o MEC de retirar carga horária à Educação Física. Não me parece que tenham razão. As novas matrizes curriculares não tiram horas à Educação Física."
Informe-se novamente...São minutos semanais que no total perfazem horas...
"O projeto Desporto Escolar continua intocável."
Esta então revela bem a falta de conhecimento na matéria, até me lembrou o Miguel Sousa Tavares que fala sobre tudo mas muitas das vezes não revela ou não sabe a verdade dos factos.
Eu dou uma ajuda. Em dois anos haverá uma redução de 50% nos tempos destinados para o Desporto Escolar.
E já que abordou a questão do Desporto Escolar, fique a saber que em muitas zonas do país as competições são ao fim de semana sem os professores receberem qualquer remuneração. É esta a paga que este ME dá, com a concordância do lobby das disciplinas chamadas estruturantes.
De facto, a carga horária da disciplina mantem-se, se as escolas (o que não pode deixar de acontecer) optarem pelos 45 minutos.
ResponderEliminarQuando ao desporto escolar, tenho de reconhecer que não pode ser prioritário numa altura de cortes por todo o lado. É muito mais importante ter turmas mais pequenas por exemplo.
E também não me parece bem, que haja professores e escolas envolvidas em competições ao fim de semana. O horário laboral dos professores deve ser respeitado. Para isso, existem clubes e a chamada sociedade civil.
Alguns dados a considerar:
ResponderEliminar32% dos nossos alunos (6 aos 10 anos)com excesso de peso e 14% com obesidade.
1 milhão de portugueses com diabetes.
A DGS afirma que “os benefícios para a saúde geralmente são obtidos através de, pelo menos, 30 minutos de atividade física cumulativa moderada, todos os dias. No entanto, crianças e adolescentes necessitam de 20 minutos adicionais de atividade física vigorosa, 3 vezes por semana e o controlo do peso requer, pelo menos, 60 minutos diários de atividade física vigorosa/moderada.”
A OMS recomenda que, no grupo dos 5 aos 17 anos, sejam realizados, pelo menos, 60 minutos diários de atividade física moderada ou vigorosa".
O Psiquiatra Vitor Cotovio e a Psicóloga Margarida Cordo vêem o exercício físico como o melhor intermediário educacional. Através do desporto podemos treinar, potenciar e catalisar várias competências que são muito importantes para a formação da personalidade de alguém
Nos EUA (NYC) numa escola secundária existem 48 min de educação física diária, o desporto escolar fornece 99% dos atletas das equipas universitárias, cerca de metade dos alunos estão envolvidos no desporto escolar.
Os alunos finlandeses são dos que têm mais horas de Educação Física por semana (média de 14 horas semanais entre educação física, desporto escolar e desporto federado) e no entanto segundo o PISA são os alunos que têm maior rendimento escolar.
Em portugal reduzem o tempo destinado à Educação Física e reduzem para metade o tempo destinado ao desporto escolar.
Contra factos não há argumentos.
Paulo Bastos
Professor de Educação Física
'Those who can't do teach. Those who can't teach, teach gym.'
ResponderEliminarWoody Allen
Eis a grande questão, aqui o nosso "amigo" grouchomarx disse o que muita gente pensa, por isso é que isto não é apenas uma questão dos alunos ficarem prejudicados, é também uma questão de brio profissional e a sistemática desvalorização do profissional de Educação Física que tirou um curso superior.
ResponderEliminarA ignorância chega a todo o lado, pouco interessa se é celebridade ou não.
Não me parece que o brio da profissão de professor deva ficar à frente do que os alunos necessitam de aprender.
ResponderEliminarE por muito que a ginástica seja útil (que o é), é muito mais importante aprender matemática, português, meio físico e inglês.
Este facto é inelutável. É a vida.
grouchomarx
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarEsta medida faz justiça a muitos alunos prejudicados por ela e previne algumas potenciais injustiças. Só peca por tardia.
ResponderEliminarJá em 2007 tinha subscrito uma petição sobre o assunto que infelizmente não colheu.
http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePeticao.aspx?BID=11640
A verdade é que muitos alunos são beneficiados na média com a nota de Ed. Física. Apenas uma pequena minoria de alunos é efectivamente prejudicado. Mas isso não acontece com as outras disciplinas?
ResponderEliminarO aluno que não é tão bom a línguas, terá naturalmente mais dificuldades nesta área e se calhar não terá uma nota tão boa. Mas esta é apenas a minha opinião, de alguém que está na escola e conhece a realidade de perto, e não por ouvir dizer!
Meu caro Amandio, que é que tem o rabo a ver com as calças?
ResponderEliminarNão se trata de ser ou não prejudicado com a nota de educação física.
Trata-se de dar importância às coisas importantes e dar menos importancia às coisas menos importantes.
E repito, matemática, português, meio físico e inglês é mais importante para a educação de uma pessoa do que educação física.
grouchomarx
Grouchomarx:
ResponderEliminar1º não é ginástica, é Educação Física. Ginástica é uma modalidade.
Faça-me um favor, a sério, é mesmo um favor, explique-me porque razão é que as disciplinas que referiu são mais importantes que E.F na educação de uma pessoa?
Tenho altas expetativas sobre o seu comentário, por favor, não argumente dizendo que é apenas bom senso.
P.S- Só quem não tem brio profissional é que pode ficar indiferente quando lê que aqueles que não sabem ensinar dão ginástica. Portanto não me venha com histórias...
Os alunos não têm que beneficiar nem serem prejudicados com as notas de EF. As notas têm que ser justas. E é precisamente neste aspecto que se pia mais fininho. Muitas vezes tenho a impressão que o prof. de EF está disposto a mudar a sua nota num intervalo muito muito grande.
ResponderEliminarPois pois, e tb não é matemática é ciencia do raciocinio logico e abstracto... Não me parece nada mal usar "ginástica", mas ok, seja então Educação Física.
ResponderEliminarA sua pergunta é boa. Ter acrescentado preventivamente para eu não responder "é de bom senso" também foi bem pensado da sua parte.
Na minha opinião a Educação Física nas escolas deve servir para a pessoa adquirir habitos de actividade física saudavel ao longo da sua vida. Também julgo que são conhecidos os beneficios da actividade física regular para a performance académica. Agora, fazer da "coisa" mais do que ela é, não vejo justificação.
Já a matemática, português, meio físico e inglês são áreas do conhecimento indispensáveis para um país se desenvolver, se é que esse é o objectivo.
Eu acho inclusive que os professores não deveriam todos ganhar o mesmo - não só os professores deviam ganhar em função do mérito, como os professores das disciplinas mais importantes (em especial ciências e matemática) deveriam também ganhar mais do que os das disciplinas menos importantes. Julgo que tal acontecerá nalgumas escolas privadas.
grouchomarx
O grande problema grouchomarx, é que reduz a disciplina de Ed.Física a algo 100% prático, eu poderia cometer a mesma injustiça a reduzir a Matemática a fazer contas. Estamos a falar da aquisição de competências, aptidões, capacidades, o que lhe quiser chamar. Era como eu agora reduzir o Português, a saber falar e ler.
ResponderEliminarA formação de um aluno deve abranger diversas áreas e a sua média deveria ser o resultado do seu desempenho.
Querem valorizar disciplinas, tudo bem, agora que as valorizem nas especificas, acha justo eu ter seguido desporto e a minha específica não ter sido Ed. Física?
Já escrevi isto aqui ou noutro blogue, para aqueles que pensam que E.F é apenas dar pontapés.
Num situação jogada, o ser humano tem que analisar e interpretar, mais variáveis do que na maioria das equações matemáticas. Depois disto, ainda tem de selecionar qual a melhor opção dentro de muitas. De seguida tem que aplicá-la utilizando uma série de conhecimentos previamente adquiridos, coordenando os seus movimentos com um alvo que normalmente não está parado. E tudo isto é feito em milésimos de segundo.
Repare uma coisa, fala no desenvolvimento do país, muito bem. Sabia que Portugal é o pais que tem a 2ª maior taxa de obesidade, é um país que vai reduzir as horas letivas de E.F e que humilha os seus profissionais, é um país que gasta milhares de milhões de euros na saúde e não usa a E.F como uma medida preventiva. Mas tudo bem, querem continuar a achar que E.F não é estruturante, não é importante é uma disciplina de entretenimento.
Já viu o que se passa nos países desenvolvidos, os nórdicos, os chineses, até os espanhóis apostam fortemente no desporto. Estarão eles errados?
Uma geração de jovens cada vez mais preguiçosa sem valores e sem princípios, podia ser ajudada de forma determinante pelo desporto. Conhece alunos que deixaram de ser delinquentes por causa do desporto? Eu conheço e não são poucos? Conhece alunos que deixaram de ser delinquentes por causa das equações ou dos Lusíadas? Olhe eu não...
No seu dia a dia, na sua profissão, gostava de saber se usa muitas vezes as probabilidades, a trigonometria, ou a fórmula resolvente. Mas eu sei que usa as capacidades coordenativas e condicionais a todo o momento, eu sei que usa o trabalho cooperativo diariamente, mas afinal para si e para a sociedade o que é mais importante?
Ainda acha que E.F não é importante para a formação e desenvolvimento do país?
Vejam além do óbvio, por favor!!!
A decisão do Ministério da Educação e Ciência de reduzir a carga horária da Educação Física ocorre, paradoxalmente, quando um número crescente de estudos tem vindo a demonstrar que:
ResponderEliminar1) A prática estruturada da actividade física e do desporto, na Escola, exerce uma influência positiva no comportamento, na atenção, na aprendizagem e no rendimento escolar dos alunos.
2) O rendimento escolar é mantido, e algumas vezes aumentado, quando existe um incremento dos níveis de actividade física formal na Escola, situação que se verifica mesmo nos casos em que há uma redução do tempo curricular ou do tempo livre dedicado ao estudo de conteúdos predominantemente cognitivos.
Ratanplan:
ResponderEliminarTem a certeza que só E.F é que muda as notas por causa das médias???
Ninguém muda notas para permitir os alunos ir a exame, pois não?
Ninguém muda a nota para precaver algum desaire no exame, pois não?
Ninguém muda a nota quando sabe que é a única disciplina que faz baixar a média, (e olhe que normalmente não é E.F) pois não?
Ninguém muda a nota por pressão do colégio, ou do diretor de turma, ou do papá e da mamã, pois não???
E isto tudo acontece em E.F??? Fantástico...
Havia de ter estado em alguns dos conselhos de turma que eu já estive...
Eu até aqui estive a tentar que se reconheça que há disciplinas menores, e que a Educação Física é uma delas.
ResponderEliminarJá nem falo na aldrabice generalizada que ocorre por existirem notas a EF (Notas, valha-me Deus!!!).
Entretanto, o grande problema do Alexandre é que escreve posts enormes, mas não tenta responder aos anteriores, pelo que torna-se uma conversa complicada.
DEpois tb coloca a questão na base casuistica assim tipo "a sua profissão, gostava de saber se usa muitas vezes as probabilidades..." etc etc, o que me leva a fazer o mesmo e perguntar:
Alexandre - suponha que tem um filho no 5º ano por exemplo e que tem que escolher entre ele ter um dos seguintes pares de disciplinas (mutuamente exclusivos*):
(i) Matemática e Portugues
(ii) EF e Matemática
(iii) Português e EF
Qual escolhia. Vá, diga lá qual escolhia.
grouchomarx
* tenho ideia de ter aprendido isto em Matemática LOL
“A Educação Física deixou de contar para a classificação final.” [Ramiro]
ResponderEliminarPosso estar enganado mas creio que a proposta é que Educação Física deixe de contar para o cálculo da média de acesso ao Ensino Superior, não para a média final de conclusão do Ensino Secundário.
“Acusam o MEC de retirar carga horária à Educação Física. Não me parece que tenham razão. As novas matrizes curriculares não tiram horas à Educação Física.” [Ramiro]
De facto, as matrizes curriculares não tiram horas à Educação Física, as opções que as escolas possam tomar em função delas é que poderão tirar, ou não, alguns minutos semanais nalguns anos.
Se as escolas optarem por tempos lectivos de 50 minutos a EF ganha 15 minutos semanais no 5.º, 6.º, 7.º e 8.º ano mas perde 35 minutos no 9.º e 30 minutos no 10.º, 11.º e 12.º ano. (Hipótese que eu prefiro mas que será adoptada em poucas escolas.)
Se as escolas optarem por tempos lectivos de 45 minutos a EF mantém a carga horária semanal no 5.º, 6.º, 9.º, 10.º, 11.º e 12.º ano, e pode aumentar 45 minutos semanais no 7.º e 8.º ano.
Alguém me elucide por favor.
ResponderEliminarA minha filha estará para o ano no 11º ano. Esta alteração, de não contar a EF para acesso ao ensino superior, já a beneficia ou só quem entrar para o 10º este ano lectivo é que terá essa benesse? Já ouvi as duas versões e gostaria de saber mais e havendo por aqui tanto professor acho que poderei obter esse esclarecimento, que desde já agradeço.
Opinando sobre o assunto, mal da disciplina que precisa de contar para o ingresso no ensino superior para ter alunos motivados a fazê-la. Eu adorava EF, era uma disciplina libertadora em todos os sentidos, fazíamos o que gostávamos, desporto, e não havia livro ou testes. Acho que este espirito é o mais correcto, Educação Fisica deve ter a ver com actividade fisica na escola, percorrendo algumas modalidades, dando razão à máxima mente sã em corpo são. Deve depois ser majorada no desporto escolar dado que a componente competição é , também ela, importante. Mas a base seria mesmo a de uma boa formação desportiva, nas vertentes física e de carácter. Nada disto me parece em perigo neste retirar de EF das contas de acesso ao ensino superior. Há que hierarquizar tudo e na verdade as disciplinas são todas iguais mas há umas mas iguais que outras. Há que o assumir sem tabus. Tenho um filho que esteve este ano no 5º ano e disse-lhe no inicio que a EVT, música e EF deve ser o mais competente possível, mas é imperioso ser muito competente a LP, Matemática, Ciências, História e Inglês. E ser muito competente não é ter 3, obviamente.
Tenho 46 anos e muitos amigos professores de EF. Alguns entraram ainda para o ISEf e na altura era díficil entrar, até testes físicos e de desempenho técnico, mínimos etc, havia. Não sei como estão as coisas agora mas como começaram a haver cursos de EF em todo o lado acredito que se tenham mudado muitos dos pressupostos que havia há 20 ou 30 anos atrás. Como não conheço não comento do ponto de vista técnico. Como pai posso fazê-lo e exultei com a noticia. A minha filha teve duas notas abaixo de 15, 13 a EF e 14 a Macs, ai ai, mas por motivos diferentes, a Macs espalhou-se no ultimo período mas pode ter mais se estudar mais, a EF não dá para mais, mesmo que "estude" muito.
Uma última nota para a obesidade. É um argumento usado um pouco abusivamente. O exercicio físico é muito importante para combater a obesidade mas primeiro e condição fundamental é uma boa alimentação. Podem ter 2 horas de Ef por dia, se comerem mal continuarão a engordar. Por isso , se querem combater a obesidade, hajam na cantina com boas ementas, na cafeteria retirando de venda tanto esterco alimenticio que lá há e coloquem nas máquinas de moedas só coisas saudáveis( é possível, já vi alguns centros de saúde carregadas com coisas saudáveis). Depois complementem com exercicio e educação fisica em doses elevadas. Exercicio, educação. deixem lá a média de ingresso na universidade, a disciplina tem de valer por si e não pela pressão da média.
“Esta alteração, de não contar a EF para acesso ao ensino superior, já a beneficia ou só quem entrar para o 10º este ano lectivo é que terá essa benesse?” [Rui Rodrigues]
ResponderEliminarA questão só terá resposta quando a norma for publicada.
grouchomarx:
ResponderEliminarMas que raio de proposta é essa, acha que isso faz algum sentido?
Os alunos tem de ser formados nas diferentes áreas curriculares, têm de ter uma formação transversal, não apenas a A ou a B.
Uma pessoa que diz que os vencimentos dos docentes devem ser baseados nas disciplinas leccionadas, ou que E.F nem devia dar notas, não vai mudar a sua opinião nem com a melhor argumentação do mundo. Por isso meu caro, da minha parte ficamos por aqui.
P.S- O escrever muito é porque sinto a obrigação de explicar o que é a minha disciplina, pois por aquilo que me apercebo o preconceito é grande e a ignorância é muita.
Obrigado Apache, aguardarei a dita então, mas se não está decidido espero que ela seja abrangida, claro.
ResponderEliminarEu só não entendo é como os professores de ed. física sobreviveram até 2006. É que até parece que a nota desta disciplina contou sempre para o acesso ao ensino superior. Tenham dó... Uma disciplina não é mais importante só porque conta para uma média...
ResponderEliminarmaria disse:
ResponderEliminar"Uma disciplina não é mais importante só porque conta para uma média..."
Acho engraçado fazer esta afirmação neste blogue e com os comentários que aqui são feitos. Leia com mais atenção por favor.
Depois de 2006 ficou alguma vaga por ocupar com e.f a contar para a média?
Alexandre ainda perde tempo aqui? Acredite que não vale a pena... Deixei de o fazer, já lá vai algum tempo. Mas não resisti ao vê-lo em tão sôfrego debate de ideias com que não vale a pena. Ramiro, qual catedrático (que implicitamente critica no post por apoiarem a causa, lobby diz ele), ultrapassado pelos tempos modernos já nem responde.
ResponderEliminarDepois os do costume: Rantanplan - o cão de guarda (Grrrrr!!)e confesso que não conhecia esta espécie rara Grouchomarx. Muito me rir a ler o que escreveu Grouchomarx... Se Grou (para os amigos) fosse aluno teria o apoio de extinto artigo 319 para alunos com necessidades educativas BEM especiais...
LOL, LOL, LOL.
Faça como eu Alexandre. Não perca tempo. Não valem a pena. Não se muda a opinião de pedras.