Não duvido das conclusões do estudo. Vindo do ISPA tem selo de qualidade. Não me parece uma percentagem exagerada. Em muitas outras profissões passa-se o mesmo. Por outro lado, um nível moderado de stress pode até ser motivador. Há muita gente que trabalha de forma mais produtiva sob stress.
Tal como no colesterol, há stress bom e stress mau. Para algumas pessoas o stress paralisa e leva à exaustão quando combinado com a ansiedade. Para outras é um fator de mobilização, motivação e empenhamento.
Não são as aulas que potenciam o stress. A maior parte dos professores gosta de ensinar. O que agrava o stress é o excesso de burocracia e de indisciplina na sala de aula.
Reparem na boca da jornalistas:
ResponderEliminar"desmotivação, depressões e elevados níveis de ansiedade são frequentes e recomendam uma maior aposta na promoção da saúde mental de quem ensina"
É o carimbo da militância marxista dos "jornalistas". O professor entra em 'burnout'? Psicólogos para cima dele porque, atacar o problema na base, nem pensar.
Ramiro, desde quando o stress EMOCIONAL é bom?
ResponderEliminarNão é stress profissional! Esse existe, como penso que pretendeu dizer, em muitas profissões e garanto-lhe que nos professores o stress PROFISSIONAL andará nos 90%!
Agora, stress EMOCIONAL? Em que "muitas profissões" encontra o Ramiro 30% de profissionais afectados?
E já agora: "não são as aulas que potenciam o stress [emocional]"? Está enganado.
Os seus comentários aplicam-se apenas ao stress profissional.
Quanto ao problema do stress emocional, o Ramiro provavelmente nunca o compreenderá enquanto não der um ano de aulas numa escola básica ou secundária a sério (nos dias que correm, saliente-se).