O economista James Heckman, professor na Universidade de Chicago e prémio Nobel da economia, argumenta que "a paternidade é tão importante ou mais do
que o rendimento na formação de capacidade cognitiva e da personalidade da criança, especialmente nos anos pré-escolares."
Não é a falta de dinheiro que está a causar a deterioração do tecido social: são as comunidades disruptivas, impregnadas de vícios e valores desprezíveis, habitadas por cidadãos que não possuem o capital social para apreciar os valores básicos, que estão a destruir o tecido social, a produzir insucesso escolar e a criar a pobreza.
A esquerda educacional atribui à desigual distribuição de rendimentos a causa dos maus resultados escolares das crianças pobres. Ao estabelecer essa relação de causa e efeito, a esquerda cai na falácia materialista.
Não é a falta de dinheiro que causa o insucesso na escola. É a falta de valores básicos. O desprezo pelas boas regras da convivência social. O desleixo parental. A ausência de virtudes intelectuais e do caráter.
Tavernise does allow a quick dissent by University of Chicago economist James Heckman, who argues, she writes, that “parenting matters as much as, if not more than, income in forming a child’s cognitive ability and personality, particularly in the years before children start school.”
This was the point made by Tavernise colleague David Brooks, in his “Materialist Fallacy” column yesterday. It’s not the lack of money that is causing the deterioration of the social fabric, Brooks argues, it’s “disrupted communities” where citizens “lack the social capital to enact…values.” Fonte: Education Next
Para saber mais
Os estudos científicos de James Heckman: The origins and remediation of human inequality
Website de James Heckman
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