Cronista Emidio Rangel na barra dos tribunais acusado de difamar professores
A queixa partiu da Fenprof que nao gostou de ler Emidio Rangel chamar de hooligans aos 100 mil professores que rumaram a Lisboa.
Passados 17 meses, o tribunal aceitou a queixa e constituiu o cronista Rangel arguido. Vai ter de prestar contas em tribunal acusado de difamacao.
Foram muitas as cronicas que Rangel assinou no Corrreio da Manha pouco ou nada abonatorias dos professores. Os escritos de Rangel sobre educacao denotam ignorancia das questoes educativas e azedume contra os professores.
Nao estou contente por ver Rangel responder em tribunal. Nem aplaudo a iniciativa da Fenprof. A liberdade de expressao e um bem sem o qual todos os outros perdem valor. Jamais accionaria um processo contra alguem por difamacao ou injuria. A verdade vem sempre ao de cima. Nao e preciso recorrer aos tribunais para repor a verdade ou castigar os difamadores.
O cronista Rangel nao me merece grande consideracao como cronista ou jornalista. Mas quero que ele possa continuar a dizer mal dos professores. Ainda que as cronicas de Rangel mostrem ignorancia sobre as escolas e desdem sobre o trabalho dos docentes.
A liberdade de expressao e mais importante do que o orgulho. Por mim, Rangel pode continuar a dizer asneiras. Teria preferido que a Fenprof desistisse da queixa. Por cada cronica que Rangel escreve a dizer mal dos professores, ha milhares de exemplos diarios de boas praticas dos professores. E o que permanece sao as boas praticas e nao as injurias.
Peco desculpa pela falta de acentos. Em Berlim, os teclados nao tem acentos. As fotos de Berlim comecam a ser publicadas amanha.
Muito bem! Até que enfim!
Há muito tempo que esse senhor merecia ser sentado no banco dos réus, pois despudoradamente difamou os docentes em órgãos de comunicação de massas. No Correio da Manhã vi eu. Não sei se o fez em outros.
Espero e desejo que o juíz o condene e o obrigue a retractar-se face a toda uma classe que injuriou em praça pública!
Ramiro
Lamento, amigo, mas desta vez não estou nada de acordo contigo.
Sou pela liberdade de expressão e de opinião, mas não acho que se deva tolerar a injúria e a difamação.
Se os cronistas, jornalistas e demais fazedores de opinião, incluindo bloggers, entrarem pela ofensa pessoal, há toda a legitimidade de obrigar a pessoa que difama a repor as coisas nos seus devidos lugares. E o tribunal é a sede prórpria para o fazer.
Quando li a história dos 100 mil professores comparados um bando de hooligans a descer a Avenida da Liberdade pareceu-me muito mal e enviei queixas e denúncias para vários blogues e nenhum colega pareceu dar qualquer importância a isso. Felizmente a Fenprof teve a iniciativa de o processar.
Talvez assim para a próxima possa medir a insolência antes de abrir o teclado para enxovalhar toda uma classe de profissionais.
Não foi só por chamar Hooligans, também disse que os professores que participaram na marcha da indignação de 8 de Março estavam ao serviço de um parido político que, inclusivamente, teria pago os autocarros qu trouxeram os professoresa Lisboa.
Como se vê, não se trata de simples injúria: a difamação atinge vários patamares.
Tem de provar estas afirmações ou desdizer-se; é o mínimo!
Vou-me deitar, que até já me subiu a febre de novo.
Boa estada em Berlim, aproveita!
A semana passada, o dito, escreveu uma crónica na Visão, sobre a "defunta", insultando da forma mais baixinha a classe dos professores.
Ao fazer o ProfJornal, nem sequer incluí a referência, para não estragar os fígados dos colegas.
Mas quem ouve este senhor, num programa/debate da RTPN, depressa lhe retira qualquer autoridade intelectual e percebe rapidamente que estará no limiar da inimputabilidade...
Deixemos o homem vender sabonetes! Já nos vendeu 2 e que 2!