Uma escola formatadora ou uma escola que potencia a criatividade? A questão dos exames nacionais e do excesso de regulamentação
O meu post "Políticas educativas e excesso de regulamentação matam a criatividade e o espírito crítico nas escolas" provocou alguma discussão em torno dos exames nacionais e da centralização curricular e pedagógica. O Ricardo Silva reagiu desta forma:
Está na altura de se perceber que Escola Pública queremos: uma escola inclusiva e cultural,com autonomia e margem de manobra local a nível dos currículos e das práticas pedagógicas, orientada para o desenvolvimento das capacidades e competências dos alunos, ou uma escola certificadora e produtora de mentes formatadas a nível central, orientada para a mestria. O que não se pode é dizer que se respeita a autonomia e se promove a inclusão e se exigem pedagogias diferenciadas na sala de aula e se promove uma avaliação com diversos itens, da escrita à oralidade, do cumprimento de trabalhos de casa à atitude e assiduidade, para depois se sufocar todo o sistema com um exame normalizado aplicado a nível nacional, que confronta cegamente a avaliação interna com a externa, com o remate final da exigência, nos relatórios de avaliação externa das escolas, da aproximação dos resultados entre uma e outra.
Quanto à questão do espírito crítico e da criatividade, é bom recordar que em certos regimes do século XX também se afirmava, alto e bom som, que não se pretendia uma educação intelectual, pois ela poderia "corromper" a juventude. Enfim...
Ricardo Silva
Está na altura de se perceber que Escola Pública queremos: uma escola inclusiva e cultural,com autonomia e margem de manobra local a nível dos currículos e das práticas pedagógicas, orientada para o desenvolvimento das capacidades e competências dos alunos, ou uma escola certificadora e produtora de mentes formatadas a nível central, orientada para a mestria. O que não se pode é dizer que se respeita a autonomia e se promove a inclusão e se exigem pedagogias diferenciadas na sala de aula e se promove uma avaliação com diversos itens, da escrita à oralidade, do cumprimento de trabalhos de casa à atitude e assiduidade, para depois se sufocar todo o sistema com um exame normalizado aplicado a nível nacional, que confronta cegamente a avaliação interna com a externa, com o remate final da exigência, nos relatórios de avaliação externa das escolas, da aproximação dos resultados entre uma e outra.
Quanto à questão do espírito crítico e da criatividade, é bom recordar que em certos regimes do século XX também se afirmava, alto e bom som, que não se pretendia uma educação intelectual, pois ela poderia "corromper" a juventude. Enfim...
Ricardo Silva
Foto: Arripiado visto de Tancos. 1º Almoço/Passeio do ProfAvaliação
Olha que ricos exemplos andam alguns anormais a dar...
Lê aqui....
Ramiro, tens fotografias muito bonitas! Muitas delas lembro-me de as teres tirado e é "giro" lá ter estado, mas há fotos realmente muito bonitas que fazem jus a uma belíssima região, digna de ser visitada. Vale a pena ir para fora cá dentro!