Planos de contingência para as escolas ainda não são conhecidos. É provável que os professores não tenham acesso generalizado à vacina
Ficámos ontem a saber que os ministérios da saúde, da educação e do trabalho estão a preparar planos de contingência para as escolas. Não foram divulgados pormenores dos planos de contingência mas sabe-se que não existe intenção de fechar escolas, a não ser em casos muito especiais. Há a indicação de que os procedimentos a adoptar serão semelhantes aos adoptados no caso da residência da Universidade do Minho: o aluno com Gripe A é isolado e os colegas que privaram de perto com ele sujeitos a um tratamento preventivo à base de Tamiflu. Sabe-se que as crianças e os jovens adultos estão particlarmente expostos à Gripe A. Embora, na esmagadora maioria dos casos, a Gripe A não tenha mais consequências do que as gripes sazonais, há populações particularmente vulneráveis: grávidas com problemas respiratórios graves, doentes asmáticos e doentes oncológicos. E há alguns casos, raros, de pessoas saudáveis que morreram na sequência de complicações provocadas pela Gripe A. Tudo leva a crer que o Governo não vai isentar de serviço as professoras grávidas e os docentes com doenças graves. Os sindicatos ainda não se pronunciaram sobre esta questão mas seria bom que o fizessem a tempo. Os planos de contingência para as escolas vão limitar-se à distribuição de materiais de limpeza, distribuição de informação e pedidos aos professores para trabalharem o assunto nas aulas. Dada a dimensão que a pandemia pode ter, é de crer que, no pico da crise, no Outono e princípio do Inverno, a Gripe A tenha o mesmo tratamento que as gripes vulgares: as pessoas infectadas com o vírus H1N1 ficarão em casa durante alguns dias a tomar medicação antiviral. Só os casos graves serão alvo de internamento hospitalar. As estimativas mais optimistas apontam para 30% de protugueses infectados com o vírus H1N1. Mas podem ser mais. Os grupos profissionais mais expostos são os técnicos de saúde e os professores. Os primeiros terão acesso à vacina logo que ela esteja disponível: Novembro. Os professores, não sabemos. É provável que não sejam incluídos nos grupos de risco. Afinal, sempre são 150 mil profissionais. Estão na linha da frente mas o Governo não lhes tem dado a atenção e o respeito que eles merecem. Por que razão, iria dar agora?
A história
Por acaso estou curioso para ver quais vão ser as prioridades do governo.
Uma coisa é certo: políticos e familiares de políticos vão decerto ter acesso à vacina, porque a sua saúde é essencial para a boa existência da nossa pátria.
A verdade é que, por muito que não queira pensar na gripe, quando alguém espirra, já dou comigo a pensar no H1N1. Nem sei como vai ser, no Outono! A informação diária do contágio, incomoda-me um bocado.
O ME fez circular uma informação sobre procedimentos (http://www.min-edu.pt/outerFrame.jsp?link=http%3A//www.dgidc.min-edu.pt/). Mas vai ser preciso mais do que isso.
Outra coisa interessante, será a elaboração dos planos de compensação para os alunos doentes ou ausentes por prevenção! Coisa pouca... umas centenas de planos e testes de recuperação. Para não falar das aulas de substituição...
Preciso de férias, com urgência!
O problema deste País não é a gripe do tipo A.
O problema deste País é a gripe do tipo B.
Não é a que proveio do gado suíno ... é a do gado asinino!
E para essa não há cura, nem vacina.
Será que a posso evitar?
Duvido ... Acho que também a tenho. Principalmente, por causa de alguns sintomas que vou manifestando!
E olhem que um coice, pode deixar alguém maltratado ...
Ora aqui está uma maneira fabulosa de o Governo abater mais uns quantos professores!