5 Response to "Listas definitivas no website da DGRHE e análise na blogosfera. As reacções dos sindicatos e dos movimentos"

  1. Pois foi, Ramiro, lá consegui um lugar de agrupamento quase aos 50 anos!
    Estou contente por mim, mas não deixo de pensar em todos aqueles que hoje não ficaram colocados e que são demasiados.
    Beijinho

    japm says:

    Ramiro,
    Se quizeres outros números passa por aqui:
    http://japm-pe-ante-pe.blogspot.com/2009/07/concurso-professores-verdade-dos.html

    Filipe says:

    Boa noite Ramiro.
    Pertenço ao QZP, mas infelizmente não consegui colocação no novo quadro.
    Pergunto: sabendo que vão ser necessários professores para as várias Escolas de Portugal, porquê que o Ministério da Educação não “abriu” mais vagas para efectivarem? Digo isto, quer para os professores do QZP quer para os professores contratados…
    Este Ministério da Educação privilegia o trabalho a contrato em que os trabalhadores não podem progredir, ou seja, não têm direitos…
    Sinto-me muito triste… Revoltado pela falta de dignidade como sou tratado por este Ministério de Educação…

    FQ says:

    Concurso 2009: uma vergonha!

    1. Durante este mês, 3 a 4 mil professores colocados nas escolas passarão a professores bibliotecários, por 4 anos, com isenção completa de componente lectiva. Por que motivo estes lugares a vagar ficaram vedados aos professores QE ou QZP que queriam e podiam ficar colocados perto de casa?

    2. O logro montado aos professores titulares, que se viram impedidos de concorrer e aproximar-se de casa.

    3. A armadilha dos CEF e CP que subtraíram milhares de postos de trabalho aos professores.

    4. A verdade dos números: 400 novos empregos (professores contratados que passaram aos quadros) num triénio marcado pelo aumento brutal do número de alunos e do número de aposentados.

    5. O escândalo dos TEIP.

    6. A vantagem de os contratados não passarem aos quadros - ganham pouco, muito pouco -, ainda que todos saibamos que vão ser colocados aos milhares em Setembro.

    7. O lugar mágico na ordenação dos QZP: ser o primeiro a não ficar colocado e, portanto, ficar em primeiro lugar na candidatura às necessidades residuais.

    8. Os professores excluídos pela DGRHE e que faziam parte das listas ordenadas de admissão ao concurso até ontem.

    Francisco Queirós

    João says:

    Muitos problemas....

    Eu não entrei pois não concorri ao país todo, caso contrário já pertencia aos quadros do ME.

    Mas, porquê?

    Escolha, simplesmente. Daqui a 4 anos ninguém saberá qual foi a melhor jogada. O jogo altera as regras minuto a minuto.

    Para além disso sei perfeitamente que terei um lugar pertinho de casa. Para quê ir para o Algarve, por exemplo?

    O ME não quer mais professores nos quadros! Porquê? Simples, é mais barato.

    O Secretário de Estado Valter Lemos bem disse que ainda muitos mais horários há por preencher! Pudera, se não contabilizaram CEF's, Cursos Profissionais, EFA's, Direcções de turma, de Departamento... Como é que poderiam existir mais vagas? Impossível! Agora vai ser uma avalanche!

    E como será este novo modelo? Não há listas! Telefonemas, SMS, mail's. Quando como e a que horas. Se a escola A decidir no dia x e a escola B no dia x +1, posso ter preferência pela B, mas ter que ficar na A?

    Confusões criadas pelo ME para obter um único objectivo: Poupar dinheiro.

    Ah, e concursos para 4 anos? Como é possível? Isto é um concurso efectivo! Para 4 anos só se fossem as contratações ou os antigos QZP's. Neste caso é efectivo pois os professores ficaram afectos ao ME e a uma escola específica. Só mudarão se quiserem! Porque é que não disseram que era de 8 ou 10 anos? A validade seria praticamente a mesma, não?

    Quem é que sai beneficiado e prejudicado no meio disto tudo?