Os professores a quem for atribuído Excelente devem ficar com as turmas mais difíceis da escola. Documento apresentado ao Conselho Pedagógico
Ao Conselho Pedagógico
E não é fácil, um professor ser avaliado em EXCELENTE!
É difícil, muito difícil mesmo e, numa escala de valores, ser EXCELENTE é ainda mais do que ser-se MUITO BOM. Eu disse mesmo M-U-I-T-O--B-O-M; não disse BOM.
Ser-se portanto EXCELENTE é o mesmo que ser-se perfeito, distinto, notável, admirável, brilhante, magnífico, óptimo. São sinónimos que o qualificam extraordinariamente, que o qualificam como O MELHOR de entre aqueles que já são MUITO BONS.
Tal como o Ministério preconiza, os professores titulares têm obrigação de ter as maiores responsabilidades nas escolas porque os considera melhores que os outros; então, também deve caber aos professores EXCELENTES serem os mais responsáveis em todo o processo ensino/ aprendizagem e em todas as funções e tarefas do contexto escolar.
E se um professor titular, de acordo com o ministério, já é do melhor que existe numa escola, então, um professor Titular Excelente é muito mais! Além de distinto, perfeito, admirável, notável, brilhante, magnífico e óptimo, ainda tem mais um atributo: ser TITULAR. Este título não é para muitos!
E, mesmo, ser-se apenas EXCELENTE já haverá poucos, muito poucos!
Posto isto, gostaria de propor para análise aos colegas deste Conselho Pedagógico o seguinte: aos professores que, nesta fase, forem avaliados em EXCELENTE, sejam eles titulares ou não, deverão, a partir do próximo ano lectivo, leccionar as turmas mais «difíceis» da escola, bem como direcções de turma e cursos que só eles, pelas suas reconhecidas qualidades evidenciadas neste rigoroso processo que tem sido a avaliação de desempenho docente, serão capazes de resolver ou minimizar problemas da melhor forma, contribuindo, assim, para que a escola seja também melhor. O rigor desta avaliação deu-lhes esse direito. É por isso que vão ser beneficiados na pontuação para concursos, no concurso para titulares, em prémios pecuniários, … É por serem EXCELENTES, por serem os MELHORES DOS MELHORES, por serem perfeitos, distintos, notáveis, admiráveis, brilhantes, magníficos e óptimos que devem mostrar aos outros como se deve fazer.
Não é pois justo nem razoável que a escola deixe escapar este capital de conhecimentos mantendo os restantes professores com turmas difíceis e funções e tarefas complicadas, aparentemente bons professores, é verdade, mas incapazes de evidenciar os dotes que, em rigor, os professores EXCELENTES foram capazes de demonstrar nesta avaliação criteriosa dirigida ao desempenho de cada docente.
Certo da melhor atenção dos colegas e consciente da importância desta análise, solicito que, após reflexão devida, esta proposta baixe aos Departamentos e deles seja considerado o conjunto de opiniões formuladas.
Francisco Teixeira Homem, professor titular
Excelente! Aprovado!!!.
Esta análise está deliciosa. Diria mesmo MUITO BOA, ou melhor EXCELENTE!!
vou propor na escola onde lecciono, brilhante
Não me parece mal a atribuição de turmas "mais díficeis" a professores que revelem qualidade nas suas práticas docentes. Se a sua avaliação de desempenho é Excelente ou M. Bom, pouca diferença fará, pois, em minha opinião, ser excelente não é nada do que foi dito. Ser excelente significa tão só ter uma vida de dedicação à sua profissão, com resultados nos alunos, com implicações naqueles que são o futuro do nosso país. Formar, melhorar, promover a curiosidade pelo saber e utilizá-lo adequadamente, entre outras competências, fará com que aqueles que estão no ensino como professores, sintam prazer na sua profissão. Ser Excelente é isso mesmo, conseguir que as suas práticas resultem de acordo com as orientações dos programas nacionais...Vamos desmestificar "esta coisa" da excelência. Muitos daqueles que conheço na profissão que abraço, são excelentes e isso não significa que não tenham sempre uma margem de progressão, antes pelo contrário, ser Excelente significa vontade de ser cada vez melhor!!!
Um professor que não está totalmente de acordo com o modelo de avaliação em vigor, mas que lhe reconhece valor. Não posso concordar que a qualidade do empenho seja igual para dois professores. Se um se preocupa em preparar substituições, efectuar permutas, desenvolver actividades, etc, etc, e outro o não fizer, parece-me que o 1º deverá ser premiado...
Esta reflexão está divinal, diria mesmo temperada o q.b.Penso que para se ser excelente tem mesmo que se ser perfeito em qualquer contexto e realidade, o que é muito díficil, diga-se. Vou propor na no meu agrupamento as turmas mais irreverentes, com piores resultadoa escolares e acumulação de cargos. veremos se continuam a ser EXCELENTES ou se passam a óptimos profissionais.
não á direito de se brincar com professores de Excelente desta maneira - eles são os mais dignos da confiança de Sua Excelência, a Exma Sra Menistra Engenheira Mª de Lurdes Pintassilgo, assim como das associações de Pais, distinta e desinteressadamente representadas pelo Dr Albino da COM-Frappe. Esses docentes devem por isso ser protegidos e assegurar aquilo a que cientificamente se chama a reprodução social, e só ministrar a leccionação a turmas de escol porque serão eles um dia os doutores, engenheiros e arquitectos de um Portugal mais p... perdão, mais próspero. Os outros que estudem e é se querem, e que os professores desengravatados - logo sem consciência de Classe....-que os aturem ,que não lhes caiem os parentes na lama se tiverem de fazer de ama seca- á também por aí muito curso profissional, que é mais que bom para gente dessa laia.
Um pai preocupado com a avaliação dos professores que têm a mania que têm liberdade para pensar.
A “fragilidade intelectual” e a “desonestidade intelectual” não são difíceis de distinguir – são difíceis de reconhecer. Aqueles que se opõem à divisão da carreira, devem fazê-lo com convicção, sem dúvida, mas sobretudo com honestidade intelectual e com coerência científica. Já basta o estrago que a tutela vem fazendo.
Ao “desabafo” não se exige rigor – ele é estritamente emocional. Mas um “parecer” ou uma “petição”, dirigidos a um órgão de gestão, não podem ser emocionais – é necessário medir o que se diz e, sobretudo, o que se escreve.
Não se escreve nem se diz “ser-se avaliado em…”, mas “ser-se avaliado com…”.
“Professor Excelente” não é uma menção classificativa mas sim uma forma de apreciação ou de reconhecimento comum e informal do trabalho de um professor. A menção classificativa designa-se por “Excelente”. “Professor excelente” é uma designação empírica e intuitiva – quantas vezes não a usamos… “fulano tal é um excelente profissional”. Contudo, quem o afirma, se tiver de avaliar esse professor, à luz de critérios e parâmetros aplicáveis, indiscriminadamente, a todos os restantes professores, talvez venha a concluir que “embora seja um “excelente professor”, a classificação resultante é diferente de “excelente”. Portanto querer comparar uma coisa e outra é errado e compromete a validade intelectual do argumento. É obvio que qualquer modelo de avaliação do desempenho que processe essa avaliação de uma forma indiscriminada, não circunstanciada e não personalizada é um erro. Contudo, há que denunciar esse erro na vez de o perpetuar nos professores titulares – aliás, nem foram eles que inventaram o modelo de avaliação em vigor nem são eles que o defendem – eles apenas o aplicam enquanto avaliados (cumprindo a obrigação de serem avaliados) e enquanto avaliadores (cumprindo a obrigação de avaliar). Parece-me estilosamente ridícula a insistência em distinguir “Excelente” e “Muito Bom” e, sobretudo, mais do que parecer, é incorrecta a afirmação que essa insistência pretende fundamentar. Ser “excelente” não é ser “perfeito” nem “magnífico” – ser excelente é uma qualidade mortal e humana – é, tão simplesmente, conseguir corresponder com todas as exigências parametrizadas nas fichas de avaliação. Se as fichas de avaliação fossem outras, com outros critérios e outros parâmetros, os professores classificados com “excelente” já seriam outros – a “excelência” depende dos critérios que a tutela constrói e não do livre desempenho do professor; a “excelência, infelizmente, é um conceito tutelado e não uma forma livre e consistente de nos relacionarmos, pessoalmente, com o trabalho que desempenhamos. Esta ideia que suporta a magnificência, a perfeição, afinal é a mesma que suporta as “quotas” e todos os restantes artificialismos que restringem as menções classificativas de topo apenas aos professores que se dispõem a trabalhar para além das suas obrigações e dos seus deveres. Porém, um “excelente profissional” não se excede em relação aos seus colegas para além do limite fixado, porque a deontologia não deveria contradizer a excelência.
Paulo Duarte
Já todos percebemos que, para a Srª Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, “maior responsabilidade docente” significa “funções de gestão de coordenação e direcção” ou, em três palavras, “autoridade sobre colegas”. Portanto, se fosse defensável e preconizável (que não é), aquilo que o Ministério da Educação preconiza, então os professores titulares não teriam de leccionar as “turmas mais difícieis” – eles teriam apenas de coordenar, dirigir, avaliar… Repito e sublinho: se fosse desejável aplicar os propósitos do Ministério da Educação…
Contudo, para além da fragilidade intelectual que é denunciada pela pretensão de perpetuar o erro através dos professores titulares (como se o erro deixasse de o ser pelo facto de ser desviado, exclusivamente, para os professores titulares…), devo ainda sublinhar a fragilidade intelectual que se materializa no conceito “turmas difíceis”. Todas as turmas serão igualmente “difíceis” se o grau de “exigência de progressão” for o mesmo, ou serão igualmente “fáceis”, se a “exigência de progressão” for nula. Se um professor de uma turma de alunos interessados e bem preparados em anos anteriores, constatar que com pouco esforço vai conseguir uma percentagem de transição de 100% e for essa, apenas, a sua meta, esse professor apenas será “excelente” num sistema educativo alicerçado em resultados, metas e indicadores – um mau sistema educativo. Um mau sistema educativo é um sistema que não consegue distinguir este mau professor do professor excelente, que conseguiu a mesma percentagem de transição com uma turma de alunos mal preparados e pouco motivados. Um “bom professor” trabalha para conseguir dos seus bons ou maus alunos o máximo de progressão que lhes é devida e que for possível conseguir. Por isto é que este modelo de avaliação está errado – exige o que é normal exigir aos professores com alunos mal preparados e pouco motivados, mas não exige nada aos professores com aqueles alunos que, por terem maiores aspirações do que a média, um dia mais tarde acabarão por fazer o que já fizeram José Saramago, Maria João Pires… Se o argumento em causa tivesse fundamento e solidez, então, os professores com mais dificuldades de desempenho (ou mais comodistas), na vez de serem colocados em turmas exigentes, seriam designados para estragar os futuros José Saramago e Maria João Pires deste país. Afinal este “titular” acredita na “medianização educativa” como forma de democratizar o ensino – “democratizar” é o mesmo que não reter ninguém! A maior “fragilidade intelectual” do argumento é esquecer que a qualidade do ensino não pode depender da qualidade dos professores porque, se assim fosse, teríamos de acatar o direito de os Encarrgados de Educação escolherem os professores. Os professores têm de prestar um bom serviço e, se não o fizerem, não devem ser remetidos para “turmas fáceis”… Devem, isso sim, ser reciclados formativa ou disciplinarmente (se for o caso) e, mesmo assim, se continuarem a prestar um mau serviço, devem ser destituídos das suas funções. As “turmas fáceis” não são o “saco do lixo docente”.
Isto é pura “dor de cotovelo” de um professor titular que, aparentemente e para quem quiser acreditar, deixaria de criticar o actual modelo de avaliação e o actual ECD se, no próximo ano lectivo, lhe fossem atribuídas preferencialmente (juntamente com outros colegas titulares) as “piores turmas”!!!
Sou contra a divisão da carreira e sou contra o actual modelo de avaliação, mas sou-o de uma forma consistente e sincera porque, sê-lo de uma forma inconsistente, ácida e sectarista, faz mais estrago do que ser-se a favor.
Paulo Duarte
Colocar os professores titulares em "turmas difíceis" é assumir que a escola organiza turmas segundo o grau de dificuldade de leccionação...
Defender que os professores titulares devem leccionar em "turmas difícieis" é defender a existência de "turmas difíceis", quanto mais não seja, para que os professores titulares possam leccionar...
"Ser contra" não é perder a razão - é lutar por "outra razão".
Paulo Duarte
ah ah! Bem vejo que a minha "fake joke" de há uns comentários atrás tocou nalgum "soft spot". O professor tem que ser ácido de vez em quando, por mais que não seja para estar "au courrant" de alguma da mais incrível e inteligente ironia que os nossos melhores alunos sempre nos vão transmitindo nas aulas mais animadas de "blague"- e lembremo-nos que o modelo de avaliação irá dar uma irremediável martelada nalgumas das mais preciosas gemas da mina de ideias que é a sala de aula: espontaneidade, inteligência, frescura e alegria de viver, força de carácter e de convicções, em suma aprender a viver em sociedade com uma verdadeira ideologia, independentemente desta estar afecta a qualquer cartilha partidária bafienta ou "euro-mangas-de-alpaca-grand'vitesse". Tenho saudades de entrar numa sala de professores e sentir juventude no ar. E aqui entre nós...sei muito bem como se chama a rainha de copas...estava a ser irónico, o que não é sinónimo de desonestidade intelectual. Se o próprio Pedreira deixou escapar que o verdadeiro leitmotiv desta "cruzada" era só "poupar" dinheiro ao Estado!
Volta, Pina Manique, que estás perdoado! Saudações esperançosas por melhores dias a todos e até sempre!
Caro Colega, pertenço ao departamento de Expressões , começei a dar aula aos 17 anos e fiquei colocada a 150 km de distância da minha área de residênciae, fazia este percurso todos os dias (ida e volta)tenho uma licenciatura de 6 anos (Arquitectura), licenciatura da velha guarda, nada de bolonha, tenho uma Pós- Graduação, um mestrado e estou no início do meu Doutoramento.Em toda a minha vida de professora dei o meu melhor. Trabalho numa escola (Lisboa Zona J-Chelas) em que os garotos são de "faca na liga", por isso não faço a menor ideia do que é que significa para si "Turmas mais difícieis"Candidatei-me ao EXECELENTE, sim... com muito orgulho e muita honra. Se isso fizer de mim a melhor óptimo.Mas fique descansado não será este EXCELENTE que fará de mim a melho ou a pior. No meu caso o Excelente foi eu ter conseguido dar aula durante o ano lectivo numa sala onde chuvia, não tinha aquecimento, tinha vidro partidos e o chão era de cimento e as paredes serem forradas de vegestação parasitária. Para mim o Excelente foi ter conseguido que os meus garotos comessem um pão antes de irem para as aulas e saciassem um pouco da fome que traziam.Para mim o Excelente foi ter os meus garotos de 9º ano banhados em lágrimas e dizerem do coração "gostamos muito de si Stôra" Só por isto já só EXECELENTE,o resto o meu currículo fala por mim.Por não me venham com tretas de atribuição de turmas difíceis e trabalhos difíceis, o difícil no meu caso e no caso dos colegas da minha escola é termos o contrário.
CMcuprimentos
Uma sua colega e amiga
"Para mim o Excelente foi ter os meus garotos de 9º ano banhados em lágrimas e dizerem do coração "gostamos muito de si Stôra". Só por isto já só EXECELENTE,o resto o meu currículo fala por mim."
Tanta GABAROLICE em tão pouco espaço. Não tirou a licenciatura de bolonha mas parece que o tal "doutoramento" é de bolonha. E para quem escreve por DUAS VEZES ... EXECELENTE ... também se percebe qual deveria ser a sua avaliação de desempenho.
Para esta colega, "turmas difíceis" é "faca-na-liga". Francamente.
Quantos CEF´s não são faca na liga e são difíceis porque não querem estudar, faltam às aulas, abandonam? Têm pouco aproveitamento. Não acha que estas turmas são à medida para os professores excelentes?
Para si, por exemplo, que já é tão (auto-convencida)"execelente" como se intitula? Direcções de turma, coordenações, aulas de substituição, anos com exame nacional ... tudo o que um professor classificado em excelente tem o direito de ter.
Ou não é por isso que vai ser premiado e pago?
Olhe colega, deu para perceber que a colega vive na lua, não está dentro do processo de avaliação injusto e desadequado e por isso, fique bem com o seu ... "EXECELENTE".
Merece esse título.
Deixe os EXCELENTES para os outros e pense bem nas consequências que este ministério está a criar com esta treta do ECD. O alerta deste professor leva-nos (deve-nos levar) a isso.
Ou quer continuar com essa turminha "de garotos de 9º ano banhados em lágrimas e dizerem do coração "gostamos muito de si Stôra" .?????????
É preciso ter um certo cuidado com esta análise, considerada por alguns, deliciosa, brilhante,...Se um professor execelente (por força de aplicação das grelhas elaboradas pelos avaliadores) nem sempre é um excelente professor, poder-se-à correr o risco de estar a atribuir turmas difíceis, a quem realmente não é excelente. Talvez fosse melhor delinear outras estratégias, as quais não nos colocassem, em rota de colisão, com pais e encarregados de educação.
OBRIGADA PAULO DUARTE!
Ainda há PROFESSORES para quem continua a ser IMPORTANTE a UNIÃO dos DOCENTES; outros há que, INFELIZMENTE , nem dão conta que ao tomarem certas posições (como a do Francisco) estão a fazer o papel da TUTELA: "DIVIDIR PARA REINAR...""VIRAR PROFESSORES CONTRA PROFESSORES". Não sei o que se entende por "turmas difíceis" e por "turmas fáceis"...Para mim, todas as turmas, ao longo de quase 30 anos, têm sido e continuam a ser um DESAFIO CONSTANTE. Por isso, concordo, PLENAMENTE, com a RESPOSTA do Paulo: «Todas as turmas serão igualmente “difíceis” se o grau de “exigência de progressão” for o mesmo, ou serão igualmente “fáceis”, se a “exigência de progressão” for nula.»
LEIAM as REFLEXÕES do nosso colega Paulo e deixem-se de ser PIORES do que a tutela que quer titulares para um lado e não titulares para outro...(não podemos ser ingénuos) Eu, como professora titular, NÃO TRABALHO nem mais nem menos do que trabalhava antes, NÃO GANHO NEM MAIS NEM MENOS UM EURO (há profs que continuam a pensar que os titulares passaram a ganhar mais 250 Euros)...
Por isso, INVEJAS, CASTIGOS, PALAVRAS ÁSPERAS para quê??? Para divertir a Ministra da Educação e os seus Secretários???
CHEGA da frase "os titulares que trabalhem..." ESTOU FARTA! NÃO AGUENTO MAIS! Eu não pedi para ser titular, não votei no PS, participei em todas as MANIFs nacionais e regionais, fiz TODAS as GREVES,não participei nesta avaliação....etc. etc. CHEGA! PAREM DE OFENDER AS PESSOAS Trabalha, trabalhou e TRABALHARÁ quem quis, quer ou quiser trabalharar... Não é este sistema de divisão que nos vai tornar diferentes... Fica-nos mal mandar trabalhar os outros. Cada um deve "olhar para o seu umbigo" e fazer o melhor possível MAIS NADA!...
BOAS FÉRIAS E TENHAMOS TODOS JUÍZO!...
FAÇAMOS DO PRÓXIMO ANO LECTIVO UM ANO MELHOR QUE ESTE, em todos os aspectos.UNAMO-NOS NO SENTIDO VERDADEIRO SEM INVEJAS!
SOU, simplesmente e com orgulho PROFESSORA:
Regina M S M S Machado
Vinha daqui deixar algumas questões sobre o meu processo de avaliação, porque fui avaliada por um par, mais concretamente um professor titular de sexo oposto, que logo no início do processo, fez individualmente comentários com conotação sexual e posteriormente em frente de toda uma plateia de formação, que existia ali uma vendida e que se iria recusar a avaliar-me.
Mas sinceramente, depois de todos comentários que li neste post, em nada considero as pessoas que se dizem estar a construir a base da próxima geração, vós portanto, diferentes da pessoa que foi meu “avaliador”.
Espero que procedam de forma diferente com os vossos discentes/avaliados. Não humilhem, não desacreditem, não se tentem valorizar pisando o outro, mas tentem lutar em conjunto por um ideal único. Uma Educação de Sucesso.
Marta Teodoro (620)
No meu depart. ninguém pediu a avaliação. Portanto resistiram ao ME e pouparam o tritular... bons exemplos.