Santana Castilho arrasa Ministra da Educação: "a senhora ministra falhou quando promoveu a escola que não ensina"
Santana Castilho arrasa as políticas educativas do Governo. Neste artigo, publicado hoje no Público (clique em cima da imagem para ler), Santana Castilho arrasa, ponto por ponto, todas as bandeiras do Governo na área da Educação. A herança que Maria de Lurdes Rodrigues deixa é uma escola pior do que a que encontrou em 2005.
A ministra falhou com o sistema de avaliação dos professores, a vertente mais mediática da enormidade a que chamou estatuto da carreira docente. Falhou quando promoveu um estatuto do aluno que não ajuda a lidar com os problemas de indisciplina. Falhou quando defendeu uma sociedade em que os pais não têm tempo para estar com os filhos. Falhou quando promoveu a escola que não ensina. Falhou quando permitiu que as crianças fossem usadas em actividades de propaganda política.

Isto, sim! Isto é que é falar! Preto no preto e branco no branco! Límpido! Translúcido! Claro! Transparente! Corajoso! Simples! Digno!...
Um grito de saber e de revolta! Com garra! Com razão! Com coração e com alma!
Se já havia poema a iluminar o dia 30, que seja esta a prosa! A espantar incrédulas as tantas vezes amorfas, apáticas, velhas e sofridas, mas sempre deslumbrantes e ciclicamente rejuvenescidas, avenidas da capital…
Grande Santana Castilho!
De pessoas assim não se faz a ministra rodear... Pena!
Lúcida e corajosamente, SC afirma o que é evidente para todos os docentes.
Um must que me tocou.
Subscrevo na íntegra.
Sem dúvida, do melhor que tenho lido sobre aqueles que não foram, não são e jamais serão.
O maior crime de prejuízo ainda incalculável, mas com repercussões sobre, pelo menos 3 ou 4 gerações, foi esse imenso «êxodo», eu diria sangria, de professores «altamente qualificados» que pura e simplesmente se cansaram de tanta humilhação. Esperemos que ENSINEM os netos e, assim, os salvem de ser certificados.
Absolutamente fantástico o artigo de Santana Castilho. Este exemplo e este discernimento não têm os sindicatos... enfim!
Luís Pedro