Mão da Sombra. Um Poema do Luís Costa
Faça ela o que fizerTu não me deixes levarSem a luz do teu olharPara os confins do degredoSe a mão ímpia vierRasgar-me o corpo no chãoDoa ela o que doerNão bebas o meu sofrerDá-me um fio do teu melQue afague a minha peleE me acalme o coraçãoSe a mão-sombra vierTrazer-me a noite geladaFaça o frio que fizerNão sofras o meu tremer

Luís,
Que lindo poema!
Vamos contar uns com os outros!
Vamos juntos lutar!
Vamos juntos vencer!
Obrigada!
Parabéns!
Luís,
Com este excelente poema, não há "mão-sombra" que se atreva a ensombrar o nosso caminho!
Mais um belo poema em que se apela à solidariedade.
Parabéns!