A pouco e pouco, assim como quem não quer a coisa, eles acabam com as pausas lectivas

Informo todo o corpo docente que, nesta fase do ano lectivo, é imprescindível uma avaliação dos alunos, que nos permita traçar mecanismos de forma a superar as dificuldades diagnosticadas, avaliar, elaborar/reformular novos Planos de Recuperação/Acompanhamento.
Neste sentido, a fim de salvaguardar o direito dos nossos alunos, usufruir de mecanismos que lhes permitam superar as suas dificuldades e, porque tomei conhecimento que em algumas das reuniões de Conselho de Turma, alguns dos professores não possuíam informações relativas à avaliação dos seus alunos, ou porque não tiveram tempo de proceder à correcção dos testes, ou analisar qualquer outro instrumento de avaliação, ou simplesmente porque se recusaram a fazê-lo, convoco os Docentes do 2º e 3º Ciclos, para uma reunião a realizar no dia 25 de Fevereiro (quarta-feira), pelas 9h.30m, no anfiteatro, para que se possa aferir quais os Conselhos de Turma que não agiram em conformidade, isto é, onde a avaliação não foi efectuada na totalidade das disciplinas.
Nessa reunião será dada a informação ao Conselho Executivo, pelos respectivos Directores de Turma, se os Planos de Recuperação/Acompanhamento foram avaliados/elaborados/reformulados, com base na informação dos professores da turma, no que respeita à avaliação feita aos alunos durante este período. Tendo em conta esta informação, turma a turma, definir-se-á a pertinência, ou não, da marcação de um novo Conselho de Turma.
As actas dos Conselhos de Turma devem ser entregues, impreterivelmente, até ao dia 26 de Fevereiro de 2009 (quinta-feira), nas quais deve constar as disciplinas e o nome do professor que não forneceu elementos de avaliação (excepto os professores que
tenham sido colocados durante o mês de Fevereiro) para que se possa proceder à calendarização de novos Conselhos de Turma de forma a garantir a elaboração/Avaliação/Reformulação dos Planos de Acompanhamento/Recuperação dos alunos.
Mais informo que quem não assinar o rosto da acta da reunião, que serve como lista de presenças, deve, o Director de Turma, comunicar ao Conselho Executivo tal facto, para que lhe seja marcada falta injustificada. Caso o professor não concorde com a acta elaborada no Conselho de Turma, deve, na respectiva acta, justificar a sua objecção.
Dado que esta reunião releva para a calendarização de Conselhos de Turma de Avaliação, as faltas só serão justificadas mediante a apresentação de atestado médico, em conformidade com a legislação em vigor.
S.Torcato, 20 de Fevereiro de 2009
O Presidente do Conselho Executivo
_________________________________
(António Joaquim Alves de Sousa
Foto: escola destruída pela guerra, em Kabul

57 Response to "A pouco e pouco, assim como quem não quer a coisa, eles acabam com as pausas lectivas"

  1. Anónimo says:

    Já agora, por que não ao domingo?!

    Anónimo says:

    "Mais informo que quem não assinar o rosto da acta da reunião, que serve como lista de presenças, deve, o Director de Turma, comunicar ao Conselho Executivo tal facto, para que lhe seja marcada falta injustificada. "
    Ai a língua portuguesa!
    Manuela

    Quem é este cromo ? O Hitler?
    Nem escrever sabe!

    Por favor, não insultem. Argumentem e critiquem.

    Anónimo says:

    Este PCE segue o exemplo da srª DREN: determino que...

    Deolinda says:

    Professor Ramiro,
    Não vou comentar o texto pois estou a fazer uma enorme autocensura.
    A imagem ilustra bem o que sinto, embora também não ficasse mal um dos crucifixos de Dali.
    Espero que o meu PCE não se mude para a turma do de S.Torcato...
    Bom Carnaval!

    Flor says:

    Por incrível que pareça a arrogância e prepotência de toda a equipa do ME instalou-se em algumas escolas deste país. Nunca desejei umas eleições com tanta brevidade como as próximas. Só espero que os professores saibam responder em consciência e não em consciência política. Neste momento a consciência política deixou de existir. Ou lutamos por aquilo que acreditamos, ou vai ser o "nosso enterro".

    Flor says:

    E porque não a marcação das reuniões na Terça-feira? Aí sim, a palhaçada seria real.

    José says:

    Mais um que não leu o ECD, designadamente o art. 94.º…Saberá ler? Saberá interpretar?... “Reuniões de avaliação”?....
    Cá está a escola da D. Margarida: iletrada, ignorante, prepotente, ridícula, estúpida e carnavalesca…
    Que inveja que eu tenho por não trabalhar numa escola assim: sempre dava mais gozo e oportunidades para rir com palhaçadas destas (e de outras, certamente!...)
    Sem mais comentários: Afinal, “Aqui nasceu Portugal”…
    Novas Oportunidades…se ainda fores a tempo ó “jaquinzinho”…

    AP says:

    Há escolas que vão "usar" a quarta-feira" para reuniões intercalares. A escola de Baltar é uma delas.

    Eu diria que a ignorância, na interpretação da legislação existente feita por alguns PCEs e o desconhecimento dessa mesma legislação por parte dos docentes, dá origem a estas prepotências e à obediência inocente e vitimizadora.

    Num estado de direito, a lei é para se cumprir, por quem manda e por quem obedece.

    E quem obedece, só pode obedecer pelo que a lei diz e não pelo que os que mandam pensam que podem exigir.

    Ou recusa, ou pede por escrito a justificação das atitudes.

    Uma reunião de intercalar (que não seja para registo de disciplinas semestrais) é uma reunião de avaliação? RECICLAGEM!!!

    Maria Antónia says:

    O artigo 91º do ECD diz que a distribuição do serviço docente, durante os períodos de interrupção da actividade lectiva, consta de um plano elaborado pelo órgão de direcção executiva do qual deve ser dado prévio conhecimento aos docentes.

    Esse plano terá sido distribuído pelos docentes?

    Haja bom senso na gerência das escolas!
    Parece-me que está faltando...

    Anónimo says:

    "Texto enviado por Teresa Soares:

    Já há bastante tempo que temia ver os professores em Portugal e os professores portugueses no estrangeiro perto de cair num marasmo inoperacional relativamente às prepotências, injustiças,ilegalidades, indecências, etc,etc,etc, do nosso Ministério da Educação. Estou satisfeitíssima por ver que tal não é verdade, pelo menos no que respeita aos docentes em Portugal.

    Os professores portugueses no estrangeiro encontram-se, a meu ver, ainda num estado de inacção que me custa compreender, apesar de desde 1998 terem sido penalizados de todos os modos possíveis pelo ME, a título de uma falaciosa e irreal “poupança.l

    Conheço bem os sistemas de ensino da Alemanha e da Suíça, os dois países em que trabalhei longos anos.

    Por isso, envio-vos aqui várias informações sobre os docentes e o ensino nos dois países,informações estas que poderão usar do modo que vos for mais útil, e onde poderão ver que os professores mais explorados da Europa, são, sem sombra de dúvida, os docentes portugueses.



    Alemanha
    Avaliação dos docentes:
    Têm, de 6 em 6 anos, uma aula ( 45 minutos) assistida pelo chefe da Direcção escolar. Essa assistência tem como objectivo a subida de escalão.
    Depois de atingido o topo da carreira, acabaram-se as assistências e não existe mais nenhuma avaliação.

    Não existe nada semelhante ao nosso professor titular. Sempre gostava de saber onde foi o ME buscar tal ideia. Existem, claro, quadros de escola.

    Não existe diferença entre horas lectivas e não lectivas. Os horários completos variam entre 25 e 28 horas semanais.

    As reuniões para efeito de avaliação dos alunos têm lugar durante o tempo de funcionamento escolar normal,nunca durante o período de férias. Sempre achei um pouco preverso os meninos irem de férias e os professores ficarem a fazer reuniões…

    Tanto na Alemanha como na Suíça, França e Luxemburgo, durante os períodos de férias as escolas encontram-se encerradas! Encerradas para todos, alunos, pais, professores e pessoal de Secretaria! Os alunos e os professores têm exactamente o mesmo tempo de férias. Não existe essa dicotomia idiota entre interrupções lectivas, férias, etc.

    As escolas não são centros de recreio nem servem para “guardar” os alunos enquanto os pais estão a trabalhar.

    Nas escolas de Ensino Primário as aulas vão das 8.00 às 13 ou 14 horas.

    Nos outros níveis começam às 8 .00 ou 8.30 e terminam às 16.00 ou, a partir do 10° ano,às 17.00.

    Total de dias de férias por ano lectivo : cerca de 80 ( pode haver ligeiras diferenças de estado para estado)

    Alunos
    Claro que existem problemas de disciplina. Mas é inaudito os alunos , ou os pais dos mesmos, agredirem os professores. A agressão física de um professor por um aluno pode levar à expulsão do último.

    Os trabalhos de casa existem e são para serem feitos. Absolutamente inconcebível que um encarregado de educação declare que o seu filho/filha não tem nada que fazer trabalhos de casa, como acontece, ao que sei, em Portugal.

    É terminantemente proibido os alunos terem os telemóveis ligados e utilizarem-nos durante as aulas. As penas para tal são primeiro aviso aos pais, depois confiscação do telemóvel e por fim multa.

    Suíça
    Tal como na Alemanha, os professores só são assistidos durante o período de formação e para subida de escalão.

    Durante os períodos de férias as escolas encontram-se, como na Alemanha, encerradas.
    Os horários escolares são semelhantes aos da Alemanha. Até ao 4° ano de escolaridade, inclusive, não há aulas de tarde às quartas-feiras, terminam cerca das 11.30.

    No início das aulas os alunos cumprimentam o professor apertando-lhe a mão e despedem-se do mesmo modo. Claro que não há 28 ou 30 alunos numa classe, mas no máximo 22.
    O telemóvel tem de estar desligado durante as aulas.

    É dada grande importância aos trabalhos de casa. A não apresentação dos mesmos implica descida de nota final.

    Total de dias de férias : cerca de 72 ( pode haver diferenças de cantão para cantão) .

    Vencimentos
    Só uma pequena comparação … na Suíça um professor do pré- primário no topo da carreira recebe 5.200 francos mensais líquidos ( cerca de 3.400 euros),mais ou menos o dobro do que vence um professor em Portugal no topo da carreira…..


    Caras / Caros colegas:


    Espero não ter abusado da vossa paciência com a minha exposição. Porém, acho que ficou claro que, se o ensino em Portugal se encontra em péssimo

    estado, a culpa não é dos professores, mas sim de um ME vendido aos empresários, que tem como objective actual a quase extinção da escola pública, para que a mesma produza analfabetos funcionais, que trabalharão sem caixa médica e sem subsídio de férias , porque nem sabem o que isso é, e se souberem, não poderão reclamar porque não saberão escrever uma carta em termos…. Isto para não mencionar as massas que se entregarão à criminalidade, prostituição, etc.

    Um grande abraço para todas /todos da colega
    Teresa Soares"

    www.movimentodemocracia.blogspot.com/2008/03/texto-enviado-por-teresa-soares.html

    Anónimo says:

    Ramiro
    Mande, por favor, o ofício da DREN que divulgou aqui, para os órgãos de comunicação social para calar a DREN que alega que não mandou.
    Sofia Tavares

    Anónimo says:

    Na minha escola há reuniões 4ª feira. Foram aprovadas em Setembro quando se aprovaram as calendarizações intercalares. Todos sabíamos de antemão, portanto. Foi assim planeado e aprovado.
    É preferível do que andar uma série de semanas a reunir depois das 18.30 minutos quando as aulas terminam.
    Claro que no contexto em que este comunicado é apresentado é inaceitável.
    Sofia Tavares

    Anónimo says:

    O texto é mau, a iniciativa também, mas se houvesse cumprimento isto não teria acontecido. Porque será que é tão difícil cumprir bem as nossas funções e evitar que a nossa classe seja desvalorizada permanentemente?

    Anónimo says:

    Quanto mais clima pidesco, mais depressa resolveremos a questão, pois os últimos adormecidos também acordarão e os ditadorzecos ficarão isolados.

    Esse PCE não vai longe!

    Anónimo says:

    TRADUÇÃO DO TÍTULO DO POST:

    A POUCO E POUCO, COMO QUEM NÃO QUER A COISA, ELES ACABAM COM A NOSSA RICA VIDINHA.

    Anónimo says:

    Neste momento, o meu conselho é luta arnmada com ovos! Depois veremos.

    Falando sério. Há pressões para que desistamos de lutar, criando um clima morno que nem é carne nem é peixe e que promove o discurso político do sucesso: a avaliação corre sobre rodas. A mentira que não tem fim à vista com este governo hipócrita, arrogante, artificial.

    Anónimo says:

    Ignorantes, mesquinhos, invejosos e preguiçosos à solta! Cuidado!

    Por favor, criem nickname porque é muito difícil responder a anónimos. E não insultem. O email da DREN já está nos jornais.

    Anónimo says:

    Este Agrupamento de Escolas tem a fama (e deita-se na cama que fez) que é exemplificada no teor do comunicado. Os culpados são os docentes que escolheram este Conselho Executivo e/ou não apresentaram na altura própria lista(s) alternativas. Agora, não se queixem (se é que se podem queixar ...)! Este Senhor Presidente de Conselho Executivo não precisa de dizer aos seus colegas ("seus colegas", que não se esqueça!) que a não presença a uma reunião de avaliação só pode ser justificada com atestado médico ou de "óbito" ... Lá para os meus lados, todos sabemos isso e o nosso PCE não precisa andar com um "megafone" e um "papel" a lembrar isso. Deve ser deveras desmotivador trabalhar num sítio destes. Aliás, parece que os concelhos de Guimarães, Famalicão e Fafe devem ter sofrido a passagem de uma aragem "sinistra" de prepotência e mau gosto de "mandar". Há efectivamente alguns PCE´s nestes concelhos (mas não todos!) que tomam atitudes vergonhosas, prepotentes e que fora dos muros da Escola mereceriam algo mais que crítica verbal. Mas isso é outra história ... Há razões, que a própria razão desconhece. O que este senhor não percebe, é que um dia vai precisar de um dos que agora "rebaixa" e menospreza. E nessa altura, se a memória não for curta, deverá sofrer as consequências. E é muito bem feito!

    Volta Salazar says:

    Desculpe Ramiro. Está feito.
    Aqui vai o mesmo, com o "nick".

    Este Agrupamento de Escolas tem a fama (e deita-se na cama que fez) que é exemplificada no teor do comunicado. Os culpados são os docentes que escolheram este Conselho Executivo e/ou não apresentaram na altura própria lista(s) alternativas. Agora, não se queixem (se é que se podem queixar ...)! Este Senhor Presidente de Conselho Executivo não precisa de dizer aos seus colegas ("seus colegas", que não se esqueça!) que a não presença a uma reunião de avaliação só pode ser justificada com atestado médico ou de "óbito" ... Lá para os meus lados, todos sabemos isso e o nosso PCE não precisa andar com um "megafone" e um "papel" a lembrar isso. Deve ser deveras desmotivador trabalhar num sítio destes. Aliás, parece que os concelhos de Guimarães, Famalicão e Fafe devem ter sofrido a passagem de uma aragem "sinistra" de prepotência e mau gosto de "mandar". Há efectivamente alguns PCE´s nestes concelhos (mas não todos!) que tomam atitudes vergonhosas, prepotentes e que fora dos muros da Escola mereceriam algo mais que crítica verbal. Mas isso é outra história ... Há razões, que a própria razão desconhece. O que este senhor não percebe, é que um dia vai precisar de um dos que agora "rebaixa" e menospreza. E nessa altura, se a memória não for curta, deverá sofrer as consequências. E é muito bem feito!

    Flor says:

    Quero agradecer à colega Teresa Soares.
    Um abraço em meu nome e sorte onde quer que se encontre, honestamente espero, longe do nosso "Carnaval Escolar".

    Anónimo says:

    Boa, alguém que tenha coragem! Que tal irem às reuniões vestidos de negro?

    Saro says:

    No reino do faz de conta, cada tiranete, cada mania. Conheço uma escola onde se passou exactamente o contrário: o PCE não aceitou novos Planos de Recuperação, porque achou que os professores não tiveram tempo para averiguar de uma real descida do aproveitamento dos alunos...

    Bárbaro says:

    Um PCE que não sabe interpretar a lei, nem escrever, tem competência para avaliar o trabalho dos seus professores?

    setora says:

    Os Directores de Turma é que não deviam andar a dormir. É a eles que compete organizar o trabalho do Conselho. O DT é que sabe se precisa desta reunião para organizar o trabalho do conjunto ou não precisa dela para nada. Se o problema é recolher avaliação intercalar (e pode haver professores que precisem destes dias para ver trabalhos)pode proceder à recolha do que falta por mail ou recebe-la na quinta-feira. Tem ainda muitas semanas do 2º período pela frente para propor os ajustes que entender úteis.
    O xor diretor ou pce devia era querer que as pessoas cumprissem o que lhes cabe sem que ele se intrometesse. E era isso que os dts lhe deviam impor.

    Luz says:

    Colegas de S.Torcato, pedi isto ao colega Luís Costa, para vos mostrar a figura que não devem fazer:

    Bom dia, Siô Director!
    Como vai sua fineza?
    Tá tudo bem c’o senhor?
    A saúde do Siô Doutor?
    Claro, claro, com certeza!

    Sim, senhor! Não, não senhor!
    Pois, assim está muito bem!
    Ora ora, sem favor!
    É pra já, Siô Gestor!
    Corpo de Cristo, amém!

    Desculpe, Siô Director!
    Você tem toda a razão:
    O seu gato é cão pastor.
    Aqui, qualquer professor
    Acha qu’é um canzarrão!

    Sim, Siô Director!
    Sim, Siô Director!

    Abelhuda says:

    Pois só mais uma dica! A boa vidinha dos professores franceses permite-lhes estar a gozar neste momento de DUAS semanas de interrupção lectiva e eu? Agenda: corrigir 28 testes,turma 10º ano, conceber ficha de trabalho turma dos profissionais, arranjar um teste para uma aluna que não concluiu um módulo, ver trabalhos dos alunos dos CEFs e preparar materiais para eles, porque tenho que dar uma quantidade de aulas para eles poderem ir para estágio...!Concluir acta de Conselho de Turma e de Grupo. Quais férias?Venham provar desta bela vida!

    Anónimo says:

    Abelhuda
    Sempre, sempre, a ânsia da boa vida e de fazer o menos possível...
    São os OI da maioria.

    Fátima Freitas says:

    AFINAL NÃO SONHEI...

    Adormeci numa Democracia e acordei numa DITADURA!

    Os Sinais estão bem visivéis aos nossos olhos. Não é por acso que tenho 48 anos (nº mágico?)

    Anónimo says:

    Estou numa escola de Braga e quarta-feira de cinzas tenho reuniões todo o dia.
    Patifes!

    Anónimo says:

    Anónimo das 20.17
    Patifes? tenha vergonha. As
    interrupções são para os alunos. Com este discurso querem transmitir à opinião pública que temos mais férias que os outros? É claro que não temos, só temos os dias legais iguais a todos os funcionários.
    Não nos podemos referir à questão dessa maneira, até parece que queríamos estar de férias; em reuniões numas escolas, em casa a preparar as aulas e todos os materias estamos ao serviço e a trabalhar.

    Em@ says:

    Criticamos todos os erros de sintaxe ( e bem), falamos da prepotência (tb bem), mas o certo é que deixamos que se vá instalando um clima bem velho...e quando acordarmos, se acordarmos,já a luta terá que ser outra!

    Anónimo says:

    "Se não houvesse medo, um qualquer destes destacados militantes socialistas que periodicamente nos avisa do grave perigo que atravessa a sociedade portuguesa teria tido a coragem suficiente para abandonar a sua zona de conforto e enfrentar José Sócrates".
    João Marcelino, "Diário de Notícias", 21-02-2009

    Virgolina Pachacha says:

    mEUS AMIGOS ESTIVE NESTA ESCOAL DURANTE SETE ANOS E COM 3 CONSELHOS EC«XECUTIVOS..NUNCA MAS NUNCA ALGO DE ANORMAL SE PASSOU ...O AMBIENTYE ERA ÓPTIMO E FAZIAM-SE IMENSAS COISAS..FEIRAS MEDIEVasi ...de dois dias á noite e tudo...enfim...eu hoje já nãom estou lá mas costumo encontrar-me com pessoal de lá e agora quando vi isto fiquei chocado..conheci o actula Pce quando ele ainda não o era e nunca pensei que o mesmo fossse capaz de lago semelhante..o poder corrompe..altera...suja..não sei...quanto ao anónimo que diz que as interrupções são para os alunois vá praticar o coitoo interrompido com a sua mulherzinha sem cotos...em toda a europa as interrupções são para todos os que frequentam a escola..professores e alunos...chiça que país dse frustados casapianos...

    Virgolina Pachacha says:

    os erros são mintencionais...dei aulas aos os Efas e cifas e desdi esses tempos fiquei assum..

    Anónimo says:

    O problema reside no facto de o ministério exigir reuniões intercalares sem criar o espaço necessário no horário dos professores. Quando surgiram, havia uma pausa lectiva. Agora, decorrem fora de horas e isso é indecente!
    Mesmo que a quarta-feira de cinzas fosse uma solução, não chegava para quem tem 7 ou 8 turmas. Horário de trabalho é coisa que já não existe, não é? Agora trabalhamos em permanéncia.
    E que tal o Tribunal Europeu?

    Por favor, não insultem e evitem linguagem imprópria. E ponham um nickname.

    25sempre25 says:

    O dono do blog, pessoa sensível, apela à serenidade e auto-regulação da linguagem. às vezes não é fácil, é preciso fazer, como dizem na minha terra, "das tripas coração".
    Com casos destes: "Mais informo que quem não assinar o rosto da acta da reunião, que serve como lista de presenças, deve, o Director de Turma, comunicar ao Conselho Executivo tal facto, para que lhe seja marcada falta injustificada."
    Marcar falta injustificada??? Mas isto é um PCE ou um jumento no seu lugar? Não é ofensa dizer jumento, não?

    Anicas says:

    Portugal passou a país fantasma, que funciona a vários níveis. Nas escolas reina o caos, a prepotência e o silêncio da revolta. Uma profissão que merecia outra atenção, está a ser destruída, para dar lugar simplesmente à estagnação e ao retrocesso típico das ditaduras. Esta ditadiura está a chegar ao fim, mas o mal que já fez vai custar a sarar.

    Anicas says:

    Entretanto, andam ignorantes à solta, a dizer babuseiras, porque não sabem dizer outra coisa.

    A escola existe para os alunos. Os alunos são pessoas. Para ajudarmos os nossos alunos, nada melhor do que pessoas profissionalizada e motivadas. Profissionalizados já temos. Falta o resto. Não é com verdascas sobre os professores, nem com mesquinhez e inveja que vamos construir um Portugal melhor.
    Portugal precisa urgentemente de cidadão inteligenytes, capazes de discorrer que o poder apenas está a destruir o poder do cidadão comum.

    Anónimo says:

    Este tipo do CE desta escola é um comissário político. Não é professor.

    "O sector da Educação, em Portugal, está organizado em serviços governamentais, sediados na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa, que definem as políticas de cada Governo da República para o sector; serviços centrais, sediados na Avenida 24 de Julho, em Lisboa, que definem ou redefinem as orientações de política educativa, emanadas dos serviços governamentais, e que destes dependem politicamente; serviços regionais, organizados em cinco direcções regionais, que executam as políticas emanadas dos serviços governamentais e centrais, que dependem politicamente da equipa do governo para o sector.
    As Escolas ou Agrupamentos de Escolas são as Unidades Operacionais do sector da Educação. Os operacionais ou trabalhadores do sector da Educação designam-se de Professores. Os Professores não têm qualquer controlo na definição das políticas educativas. São meros executores das políticas educativas emanadas dos serviços governamentais, centrais e regionais. Em cadeia hierárquica.
    A cada alteração política das equipas governativas para o sector, correspondem alterações na estrutura hierárquica nos serviços governamentais, centrais e regionais. E na filosofia e praxis para o sector.
    Até ao momento, sómente as Escolas têm sobrevivido à intromissão do primado do político-partidário sobre o técnico.
    Os actuais responsáveis políticos do Governo, para o sector da Educação, introduziram uma mudança substancial. Os Conselhos Executivos, órgãos de gestão das Escolas, passaram a veicular as orientações de política partidária do governo, directamente dentro das Escolas, tornando-se, grosso modo, comissários políticos. O braço político-partidário dos governos entrou, pela mão desta ministra e deste governo, nas Escolas, onde existia, até à data, o primado do técnico-profissional e do investimento na sala de aula e nos alunos, sobre os interesses político-partidários.
    Os Professores sentem a sua profissão ameaçada. Sabem, que para sobreviver dentro do sistema, tal como este actualmente se apresenta, terão que deixar de ser professores, para se tornarem algo que nega o seu próprio estatuto profissional (de professores).
    Este facto, determina que são, inevitavelmente, os melhores professores aqueles que estão verdadeiramente em guerra aberta com esta ministra e com este primeiro ministro. Os restantes professores seguem-nos, por intuirem que algo de grave se pode passar que também os pode atingir.
    Resta uma minoria, que optaram, definitivamente, por serem comissários políticos, e não já professores.

    A luta dos Professores não será, afinal, a luta para que os deixem ser, simplesmente, Professores?

    Anicas says:

    PS NUNCA MAIS!

    A minha família andou de braço no ar, dando vivas ao socialismo, após o 25 de Abril!

    Hoje, queremos essa cambada de gente mentirosa e corrupta fora do poder!

    Anónimo says:

    E o que terá levado este PCE a tomar tal atitude? Será que foi por os professores cumprirem as suas funções? Será que foi mesmo só para retirar um dia aos professores? Não me parece...Penso que o PCE está a tentar pôr a escola em ordem, mas já não vai a tempo. Cada um faz o que quer, é uma anarquia total.

    Anónimo says:

    Bárbaro disse:
    "Um PCE que não sabe interpretar a lei, nem escrever, tem competência para avaliar o trabalho dos seus professores?"
    Eu pergunto:
    E um professor que não sabe escrever, o que anda a fazer no ensino. A multiplicar e a perpetuar a ignorância?

    Volta Salazar says:

    Estive à espera ... mas ele não voltou.
    Eis que chegou a cereja em cima do bolo (tambores a ribombar ... BUM!):
    "José Sócrates, o Nosso Grande Líder, convidou Chavez, o Nosso Grande Amigo, para o congresso do PS!
    Quem serão os próximos convidados?
    Deixa ver ... Mahmoud Ahmadinejad (Presidente do Irão) ... Kim Jong-il (Presidente da Coreia do Norte) ... Evo Morales (Presidente da Bolívia) ... Raul Castro (Presidente de Cuba). Viva Portugal Livre! Viva Portugal Socialista! Viva la Revolucion LusaBolivariana!

    Volta Salazar says:

    Caro Ramiro,
    É Carnaval e ninguém leva a mal. Deixe lá a malta deitar cá para fora, as mágoas carpidas destes anos de autêntico suplício!
    Afinal, o que aqui dizemos, comparado com o Freepoooooor, com o BPN, com o BPP, com as asneiras do Manuel Pinho, com o palavreado do superespião Santos Silva, com a malvadez da MM, somos uns "anjinhos"!
    O "tipo" é um chato. Estou para aqui à espera e nunca mais volta. Ah! O Grande Líder (grande vénia) também convidou o Magalhães. Será que vou ser censurado? ...

    setora says:

    Estes pce não dão aulas há largos anos e agora querem ficar bem no retrato para a ministra.
    Deviam saber que as pausas são necessárias quer para alunos quer para professores. E já se viu que estas pausas têm até de ser por muitos aproveitadas para trabalhar para a escola.
    Tal como "todos" agora querem segurar Chavez, Ahmadinejad, Sócrates e outros com quejandas caraterísticas que em tempos de crise possam abafar as pessoas, também pelas escolas convem ter pces destes.

    odnamra says:

    ESTE NÃO PERTENCE À CLASE DOS PROFESSORES. JULGA-SE O BIG BROTHER.
    HÁ-DE RECEBER UMA MEDALHA DE CORTIÇA, PORQUE ACABARAM-SE AS DE BARRO, DADO QUE CAÍAM NO CHÃO E SE PARTIAM! MAS COM A DE CORTIÇA ELE VAI SER FELIZ!
    PARA ELE E PARA OS SEUS, O DOBRO DO PREJUÍZO QUE ELE DÁ AOS COLEGAS!
    AH!MAS ELEVADO AO QUADRADO!

    odnamra says:

    Os professores são, para o bem e para o mal, portadores uma profissão intelectual, quer eles ou outros queiram, quer não. Porque nunca nada é igual ou repetitivo, como muitas outras profissões dignas, mas muito diferentes. Temos de dar tantas respostas diferentes, quantos os alunos, em cada hora de aula. E para isso temos de estar preparados. Não podemos responder aos alunos: “vou perguntar ao meu colega” ou “vou perguntar ao chefe”. Também não podemos pedir ao chefe para chegar cinco minutos atrasados, como em muitas repartições sobejamente conhecidas, um minuto de atraso pode significar um dia de falta.
    Antigamente souberam reconhecer isso! O esforço intelectual dos professores tem de ser compensado com descanso, tal como os alunos. Como agora há por ai umas pessoa que julgam que os professore são super homens e super mulheres. Haveremos de ver os resultados mais tarde.

    Madame Godard says:

    Anónimo(?)

    "Penso que o PCE está a tentar pôr a escola em ordem, mas já não vai a tempo. Cada um faz o que quer, é uma anarquia total."

    Este PCE, é claramente um caso de "liderança" falhado. Nunca ninguém vai conseguir uma escola de excelência com uma liderança baseda na prepotência. Nunca este PCE vai conseguir um "ambiente de escola" capaz de mobilizar os seus agentes para um Projecto Educativo capaz.
    A "ordem" de que este anónimo fala, tem outro nome - PREPOTÊNCIA, bacoca e primária, própria de básicos que não conseguindo o respeito dos seus pares se procuram impôr pela força. Nunca o conseguirão.

    Anónimo says:

    O carnaval instalou-se na minha escola há muito tempo. O meu pce é o contrário desse. Quer dizer: perante os "colegas" diz e faz uma coisa, perante a dre diz outra completamente diferente. O director regional até pensava que nesta escola o processo de avaliação estava a decorrer normalmente, quando estava parado hà muito. Com os "colegas" faz uma distinçaõ: existe uma categoria de 1.ª (constituída por aristocratas latifundiários, as velhas famílias da terra, e aristocratas políticos, as esposas dos eternos vereadores e outros do munícipio. Esses são os que importam! Afinal podem influenciar a votação no CG! Faltas a reuniões? Não existem para estas senhoras! Distribuição de serviço especial (horários mini e muitos cargos)? Só para estas senhoras e acompanhantes! Mas, há sempre uma explicação! É a competência, é a ponderação (são pessoas ponderadas), é a... e depois se alguém questiona são as ameaças de processos disciplinares. Interessante, não é? Já lhe chamamos o pinóquio cá do sítio! Mas o rapaz quer ser director, por isso anda numa roda viva. Como vêm eles existem dos dois lados! Isto de ser director é o que está a dar: os setecentos é que importam, a Escola pouco importa (a Escola sou Eu, diz ele entre linhas). Este comportamento tem tradução no exterior: cada professor faz o que quer! E esta situação já se estendeu ao pessoal não docente. Também têm esse direito, porra! A semana passada estava uma "técnica" na "hora do trabalho" na cabeleireira. Mas não há problema, existe uma explicação para tudo! Se for uma aae ou ad o problema já é outro e tem consequências! Giro não é? É o Carnaval senhores, é o carnaval! Viva o carnaval!

    João Morais says:

    Este presidente do conselho executivo é pródigo em disparates.
    Não sabe escrever, nem sabe sobre o que escreve.
    É ditador e incompetente.
    É, com toda a certeza, um socialista que se baba ouvindo Sócrates.

    Anónimo says:

    Os professores estão sempre aptos a trabalhar. Nesta escola, pelo que me contaram já fizeram as reuniões no final do dia depois das aulas. O que acontece é que os resultados não foram os esperados por parte deste PCE DITADOR.
    O problema não são as reuniões na pausa lectiva, mas sim a NOTÓRIA TENTATIVA DE INTImIDAÇÃO E INTERFERÊNCIA NA LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Os pontos referidos por este pobre diabo são os resultados escolares e a manipulação do conteúdo das actas.

    PCE's como este kinzinho são os aliados caninos da nossa directora regional.