Mais moções de suspensão e de rejeição da avaliação burocrática e lista de moções actualizada, hoje, às 19:00

A resistência interna continua. Não esperes que os outros façam aquilo que te compete fazer. Nesta fase da luta, o destino da avaliação burocrática está nas tuas mãos. Contribui para a aprovação de moções de rejeição na tua escola e não entregues os objectivos individuais. A decisão é tua. Aqui estão mais 8 moções.
1. Agrupamento de Escolas do Carregado, Alenquer
2. Escola Secundária Amora
3. Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade, Almada
4. Escola Secundária Alcaides de Faria, Barcelos
5. Agrupamento de Escolas Alfredo da Silva, Barreiro
6. Agrupamento de Escolas de Cantanhede
7. Moção Escola Secundária Jácome Ratton, Tomar
8. Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real
Veja também a lista actualizada, dia 28/1/09, às 19:00:
Lista por ordem alfabética de 170 escolas e agrupamentos com moções de rejeição da ADD.
Imagem: Foto de instalação artística de Christo, na Califórnia

18 Response to "Mais moções de suspensão e de rejeição da avaliação burocrática e lista de moções actualizada, hoje, às 19:00"

  1. São boas notícias nesta fase!

    Anónimo says:

    Vamos lá ver o que nos reserva o dia de amanhã. Os PCE estiveram hoje com a ministra. Sei que o da minha escola esteve hoje (dia 26)em reunião, no ME.
    Coisa boa não deve sair dali. Mas, seja o que for que nos arremessem desta vez, seguiremos em frente.
    Força colegas, já basta de humilhações.

    Anónimo says:

    No meu Agrupamento também houve RGP, moção, idas às manifs, greve, etc... Mas, no final só meia dúzia é que não entregaram os OI!

    Anónimo says:

    Muitas moções são aprovadas! É só blá, blá, blá, ...
    Só dizem o que está mal e o que não querem.
    Onde estão as propostas alternativas dessas moções?
    Não vi uma proposta nestas moções; nem a dizer que são a favor ou contra a proposta da FENPROF! Isto é inadmissível.

    Anónimo says:

    Esta é para os ratos....... no

    http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=M%E1rio%20Crespo

    MÁRIO CRESPO


    Acção executiva
    00h30m
    Independentemente da verdade, José Sócrates pode já não estar em condições de continuar a chefiar o Governo. O envolvimento de familiares seus num processo de despacho governamental delicado cria-lhe fragilidades que o vão acompanhar daqui para a frente.

    O ambiente de alegadas influências em decisões governamentais (supostas ou reais) para extorquir contrapartidas dá um carácter de favoritismo na prática governativa que, falso ou verdadeiro, lhe criam uma pressão política intolerável.

    Em política, ao nível a que José Sócrates chegou, pura e simplesmente não há presunções de inocência quando há indícios insofismáveis. Não há comunicados com desmentidos nem notas da Procuradoria a dizer que hoje está tudo bem mas amanhã não se sabe, que lhe valham. Será este julgamento popular de José Sócrates injusto? É. Mas é assim. A infelicidade é que no ponto da pirâmide executiva onde José Sócrates se encontra o que parece já é, mesmo antes de o ter sido. É uma vulnerabilidade que vem com o território.

    José Sócrates devia sujeitar-se ao julgamento popular que vem com o voto e aí saber se Portugal acredita na sua boa-fé e na ingenuidade do seu tio e primo, e se este conceito de "família" é compatível com a maneira como em Portugal se entende a função governativa. Está em jogo o bem-estar de uma população de dez milhões de pessoas e a necessidade de tomar medidas rigorosas e duras para enfrentar a crise. Está em jogo a respeitabilidade da imagem de um país que a esta hora está a ser retratado nos media estrangeiros na síntese dos que vêem a realidade de fora através dos desapaixonados despachos das agências noticiosas. Nessa óptica, o que aparece é o chefe do Governo de Portugal no centro de um furacão que envolve pagamentos avultados por favores oficiais num processo que entronca no estrangeiro com offshores de familiares metidos pelo meio. Justa ou injustamente a Standard and Poors vai adicionar este elemento à contabilidade do rating da República.

    No mundo da banca e da finança internacionais também não há presunção de inocência. Na zona da vida pública em que José Sócrates se encontra, com a necessidade de executivo claro firme e duro que a crise exige, com a ameaça de todo o Portugal se tornar numa gigantesca Qimonda, a verdade ou mentira de uma insinuação são valores subjectivos de menor importância.

    O momento não se compadece com as delongas da justiça à portuguesa. É preciso indagar se o povo aceita renovar a confiança em José Sócrates nestas envolventes ruidosas e cheias de incógnitas, ou se vamos continuar no "pântano" profetizado por António Guterres quando se demitiu, (curiosamente em data muito próxima do início de toda esta questão do Freeport). Alguém vai ter de tomar uma decisão executiva porque, face ao que já está escrito e dito, não chega clamar pela celeridade da justiça, que não existe, nem pedir o aval diário do até-aqui-tudo-bem-depois-se-verá da Procuradoria. José Sócrates, por si, ou Cavaco Silva, por ele, terão de tomar a única decisão possível, que é fazer o primeiro-ministro sujeitar-se ao juízo do voto antecipado que relegitimará, ou não, o seu Executivo.

    Por muito, muito menos, Jorge Sampaio sujeitou Santana Lopes a esse julgamento popular.

    Anónimo says:

    Grande Mário Crespo...dos poucos jornalistas que não se deixa comprar.

    Vamos TODOS enviar-lhe um mail a dar-lhe os parabéns pela sua frontalidade!!!!

    Anónimo says:

    Este blog deve estar a ser financiado por um partido.
    Adivinhem qual é!
    O autor não tem mais nada que fazer?
    Não dá aulas?
    Não trabalha além deste serviço de intoxicação permanente?

    Anónimo says:

    O país agradece ao Grande Jornalista MÁRIO CRESPO.

    Pedro Mendonça says:

    Ah! Ah! Ah! As coisas que eles inventam para tentar denegrir o Blog e as verdades que aqui se dizem!
    Força Ramiro!
    Força que aqui estamos todos consigo!
    A força deste Blog está na isenção partidária, na falta de filiação, na ausência de interesses e é isso que eles não aguentam porque contra isso é impossível lutar! Ninguém vence a genuína força da falta de interesses políticos e partidários, ninguém vence quem tem ideais, esses são invencíveis, esses não quebram!
    Podem até ter poder para implementar políticas e reformas injustas, medonhas e vergonhosas, podem até ter poder para fazer escândalos como aqueles que estão diante dos nossos olhos mas nunca serão vencedores, porque vencedores são estes, homens de fibra, como Ramiro Marques!

    Anónimo says:

    Mário Crespo esta noite entrevista o ministro Silva Pereira, na sicnotícias..... não sei as horas

    Pedro Mendonça! O que lhes faz uma imensa confusão é saberem que eu não estou filiado em nenhum partido político ou sindicato nem tenho simpatia por nenhum. Custa-lhes saber que há portugueses que chegaram a um ponto das suas vidas que o único interesse que têm é defender Portugal dos predadores que o estão a afundar.

    Pedro Mendonça says:

    Concordo, Ramiro, é isso mesmo!

    Anónimo says:

    Alguém sabe quantas escolas e/ou agrupamentos existem no país?!
    Obrigado.

    Anónimo says:

    Já agora, o anónimo das 22.14 estará a ser financiado por que partido? Não conseguem adivinhar?
    Ramiro, nós sabemos que é uma pessoa justa,sensata, equilibrada e muito inteligente, não valoriza comentários do género.É pura perda de tempo.
    Parabéns pelo seu blog.

    Anónimo says:

    Contas feitas 120000 representam aproximadamente 4 Deputados, podemos e devemos retirar a maioria a estes senhores. Temos que seguir em frente com a luta.

    Anónimo says:

    O Ramiro é o aabúlico, o alheio à cidade de que falava Gramsci? O impoluto que não distingue cores e que só gosta do arco íris?!
    Ridícula posição. Sabe o que defene? Os seus interesses e da sua família e bem. Se fosse mineiro, técnico de contas ou electricista queria lá saber dos professores!!

    professora says:

    Os mineiros, os técnicos de contas e os electricistas também são pais e têm filhos na escola. Têm toda a vantagem em querer saber dos professores, porque são eles quem, durante muitos anos, mais tempo passa com os vossos filhos. Se não se importarem, fazem muito mal.

    Anónimo says:

    O anónimo das 10.14 está furioso com tanta escola e agrupamento a rejeitar a "ABD".