Como estoirar com a avaliação burocrática sem cometer ilegalidades?
1. Há cerca de 140 mil professores. Com excepção dos membros dos PCEs, que ou não são avaliados ou sê-lo-ão pelas DREs, todos os outros dispõem da liberdade e da responsabilidade de recusarem ser avaliados.
2. Essa recusa aplica-se aos não titulares e aos titulares, aos que o são de facto e aos que o são em comissão de serviço.
2. Aplica-se também aos coordenadores de departamento.
3. De acordo com o decreto-lei 15/2007 e o decreto regulamentar 2/2008, um professor que recuse ser avaliado não pode progredir na carreira nesse ano.
4. Não existe mais nenhuma penalização prevista. Como a esmagadora maioria dos docentes não progride este ano na carreira, a penalização é residual.
5. Está nas mãos de todos os professores - porque todos têm o estatuto de avaliados -, recusarem ser avaliados.
6. Não é necessário que os avaliadores recusem avaliar os colegas. Se o fizerem podem estar a incorrer numa violação dos direitos profissionais, visto que faz parte dos conteúdos funcionais dos professores titulares a avaliação dos colegas.
7. Quando o ME e algumas DREs - em especial aquela do Norte -, ameaçam com processos disciplinares estão a referir-se apenas aos avaliadores que recusam avaliar os colegas.
8. Como provei atrás, para estoirar com o modelo burocrático não é necessário que os avaliadores violem conteúdos funcionais.
9. Basta que os avaliadores, à semelhança dos não titulares, recusem ser avaliados.
10. E desta forma simples, o modelo estoira. O ME sabe disse. A ministra também. Por isso é que ela está acabada. O Pedreira também sabe. Todos sabem. E nós também sabemos. É um segredo de Polichinelo.
E no caso dos contratados? Quais as consequências?
COPIEM ESTE TEXTO E ENVIEM A TODOS OS QUE CONHECEM POR MAIL!!!!
Esta informação tem de chegar aos 150MIL e há muitos que não frequenta a blogosfera.
EU VOU JÁ COMEÇAR!!! FAZ O MESMO e pede para reenviar.
É a maneira mais simples e barata de acabar com esta palhaçada (para não lhe chamar outro nome mas respeito a casa do Ramiro)
Está nas nossas mãos: Não se entregam os objectivos.
Quero ver a estatística que fazem! Era bombástico: 90% recusarem a ser avaliados desta maneira.
Quanto aos colegas contratados não temos certezas. Mas eu não consigo aconselhar ninguém a arriscar.
No ano lectivo passado, o ME ameaçou os contratados, dizendo que não poderiam concorrer sem a avaliação feita. Foi mentira! Concorreram sem a avaliação e só mais tarde é que os contratados conheceram o resultado da avaliação. O ME fez bluff. Este ano fará também. O conselho que eu dou aos contratados é: esperem. Tenham calma. Não se precipitem.
Se grande parte dos contratados estiver unido, eles não os podem prejudicar pois precisam deles.
E cada vez precisarão mais . São aos milhares os Professores que estão a abandonar o ensino, ou porque se aposentam ou porque são novos e estão à procura de um trabalho mais dignificante.
A falta de Professores vai começar a fazer-se sentir nas escolas.
Foi o que este governo quis fazer à Escola Pública.
Uma vergonha! Deveriam ir presos!!!!
Hoje estou desesperada com a falta de vergonha, não só do ME mas de todo este governo que está à frente do nosso país!
Que volta podemos dar, relativamente aos colegas que foram obrigados logo no início do ano a apresentar os OI?
Se quiserem será que há alguma maneira de voltarem atrás?
Só liricos
Já copiei o texto do post e enviei a todos os professores que conheço para que reencaminhem.
Obrigada Ramiro Marques!
Ramiro:
O raticida deixou de funcionar?????!!!
já andam por aqui mais ratos!!!!
É preciso iniciar nova desratização, andam aí umas ratazanas a tentar criar pesadelos.
Mais do que nunca é importante pôr fim a esta avaliação.
Na minha opinião as greves em onda não deveriam ter sido desconvocadas.
Comentário pertinente do Pedro Castro no Umbigo!!!
Pedro Castro Diz:
Dezembro 8, 2008 at 5:51 pm
Como é que nós podemos ter atitudes construtivas se somos invadidos todos os dias com políticas destrutivas?
Eles (governo) estão a caminho do caos no ensino!
Quem vier atrás que construa a pirâmide pela base!
Já que estamos perto do caos, o melhor é mesmo o CAOS DEFINITIVO!
Assim toda a gente perceberá!
Declarámos tréguas. Oxalá me engane, mas que “eles” vão contra-atacar não tenhamos dúvidas!
Constatem as pressões das DRE’s para as próximas semanas e depois venham aqui comentar.
Se lá de “dentro do sistema” me dizem para não baixarmos a guarda é porque sabem o que estão dizer! E não digo mais porque tenho alguns amigos que infelizmente fazem pela “vidinha” dentro do PS.
Aos bloguistas?? das 17:41 e 17:43
Tenham lá calma e não stressem que nós conhecemos essa legislação.
Resposta à colega Isabel:
"Que volta podemos dar, relativamente aos colegas que foram obrigados logo no início do ano a apresentar os OI?
Se quiserem será que há alguma maneira de voltarem atrás?"
Numa escola que cumprisse todos os requisitos legais, os O.I. só poderiam ter sido entregues se se verificassem cumulativamente os seguintes pressupostos de acordo com a legislação em vigor:
1- publicação da lista dos P.T.´s da escola em DR
2- delegação de competências dos avaliadores publicada em DR, e respectivas minutas de delegação assinadas pelo avaliador e seus avaliados
3- revisão do PEE e dos seus objectivos
4- inclusão no PAA e PEE das metas e objectivos de Escola
5- aprovação destes 2 novos documentos pelo Conselho Geral Transitório
6- aprovação pela CCAD do C Pedagógico das directivas referentes ao desenvolvimento do modelo de ADD na escola
7- inclusão no PEE de todo o calendário da ADD
- reunião dos avaliados com os avaliadores ( pelo menos com o PCE ou com os membros do CE em quem ele delegou)para entrega dos O.I.
Teno sérias duvidas que exista uma ( 1 )única escola que tenha cumprido, nos prazos previstos, todos estes requisitos legais.
Sem que estes requisitos tivessem sido cumpridos, a entrega dos O.I. reveste-se de ilegalidade formal e factual, pelo que o avaliado pode dirigir um requerimento ao PCE solicitando a nulidade do processo e do acto de entrega.
Se este não aceitar e se negar a responder nos prazos previstos no CPA, sugiro que do facto se dê conhecimento à Inspecção Geral de Ensino.
António
Este elemento é o TS que aparece no Umbigo. Não lhe liguem!
fátima s.
O tótó das 17:52 deveria saber que essa lengalenga ainda não foi publicada como dec regulamentar; logo vale zero... e poderá servir para questões mais nobres do que a ADD p.e. como papel de embrulho para prendas de natal.
Que fazer?! Ora diga lá
Era uma vez um comerciante que viu o seu negócio passar por graves problemas pelo que ficou a dever uma enorme soma de dinheiro a um velho mesquinho e desprezível agiota. O agiota ao ver o tempo passar e os juros a crescerem sem que o comerciante tivesse a possibilidade de lhe pagar a dívida propôs, com indisfarçável água na boca, o seguinte acordo:
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A dívida fica saldada se me deres a tua jovem e bela filha em casamento.
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Tanto o comerciante quanto sua filha ficaram horrorizados.
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Então o agiota, para amenizar a situação e vencer a resistência de pai e filha, propôs que a sorte resolvesse o problema.
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Assim, o agiota propôs que se colocassem dentro de uma bolsa vazia dois seixos da estrada, um branco e um preto. Se a filha retirasse o seixo branco a dívida seria saldada e continuaria a viver com o pai. No entanto, se retirasse o seixo preto… a dívida seria cancelada e a moça teria de casar com o agiota.
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Se a filha se recusasse a retirar um dos seixos do saco o agiota chamaria a polícia e o pai iria para a cadeia.
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O pai e a filha tiveram de concordar com a proposta do agiota.
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Então, o agiota inclinou-se para a estrada cheia de seixos, e sorrateiramente apanhou do chão dois seixos pretos e meteu-os no saco.
Isto foi casualmente observado pela filha do comerciante.
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O agiota, então, pediu à moça que retirasse um seixo do saco. Um seixo que ditaria não só sua sorte como a do seu pai.
A mente da moça era um turbilhão de ideias… o que fazer? O que fazer? O que fazer?
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Recusar-se a retirar um seixo e ver o seu querido pai ser preso?
Expor o agiota como um impostor, um intrujão sem escrúpulos? E ver o pai ser preso…
Sacrificar-se para salvar o pai da cadeia.
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O que fazer? O que fazer? Qual a saída? Não há saída!!!!
Obrigado, António. O seu esclarecimento está tão bom que fiz dele um post para todos beneficiarem da informação.
A rapariga esticou-se, colocou a mão na bolsa e retirou um seixo. No entanto, antes de olhá-lo deixou-o cair no chão, onde logo se misturou no meio dos outros seixos da estrada.
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- Oh que desastrada que eu sou! Bom, mas não há problema, se espreitarmos para dentro da bolsa poderemos saber que cor tirei por exclusão de partes.
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Claro que o seixo que se encontrava dentro da bolsa era de cor preta. Assim, facilmente se concluía que ela tinha retirado e deixado cair “sem querer” o seixo de cor branca.
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O velho agiota para não revelar a sua falta de honestidade, aceitou. Assim, pai comerciante e filha livraram-se do agiota.
Qual a moral da História?
Excelente resposta António.
Só que por em causa todo o sistema será mais complicado do que não entregar os OI. Vamos ver se os colegas conseguem
Isabel
Ramiro:
O RATICIDA?????
Já coloquei o raticida a funcionar de novo.
Quem me chamou, hei? LOL
Gostava eu, quando iniciei os meus comentários neste blog, de debater assuntos respeitantes à profissão especialmente ao modelito de avaliação chilena , às condições com que vivemos nas escolas,ao execrável ECD e outras afins, eis não quando me deparo com infiltrados quais ratazanas dos esgotos que para aqui vêm infectar o sistema. Grande desilusão a minha,embora saiba que o Ramiro e maior parte dos professores nada tenham a ver com isso.
Em suma eles, lá no largo dos ratos, andam muito preocupados, as eleições que os perpetuam no poder avizinham-se...
Concluindo, gostaria que passasse a ideia que nós, professores, gostaríamos de ser avaliados por um modelo em vigor na União Europeia. Apenas isso. Aires.
Eu recusar-me-ei a ser "avaliada"! Entre aspas, como sempre escrevi, porque esta porcaria NUNCA foi avaliação e com simplex pior!!!
Recebi este e-mail...
Mais uma acção, e esta custa menos que mais um dia de greve!
CONVITE!
Colegas,
Para que na 1ª tiragem do dia 24 todas as estações dos CTT entupam com os nossos protestos, coloca no dia 23 um postal endereçado ao presidente da república com a mensagem " Ajude-nos, somos professores e o governo não nos quer ouvir."
P.F. Reenvia ?para o máximo n.º possível!
Palácio de Belém
Calçada da Ajuda, nº 11
1349-022 Lisboa (Portugal)
Telefax: (+351) 21 361 05 70
(+351) 21 361 46 11
(+351) 21 361 46 12
Correio electrónico: belem@presidencia.pt.
Boa ideia!
Mandar mensagem...é mais simples!
Todos a enviar mensagem de protesto
para
belem@presidencia.pt.
Apelo aos colegas que enviem por email e pelo correio. O PR tem de receber milhares de postais dos professores. Pelo menos, enviem por email. É fácil.
Sem dúvida que parece ser uma boa forma de evitar ESTA avaliação mas não estaremos a meter um golo na nossa baliza? Que benefícios é que isso nos traz? Só vejo uma - atrasar o início da avaliação de forma generalizada e ganhar algum tempo na esperança de que este governo perceba que esta avaliação não serve a causa da Educação.
Desvantagens - Não progressão na carreira dos que estariam em situação de progredir.
Ou seja, em vez de provarmos a nossa indignação quanto às injustiça do modelo, o ME esfrega as mãos com o dinheiro que irá poupar.
Na minha escola, os professores recusam-se a entregar objectivos, e o ministério diz que nesta situação é o presidente do executivo que define objectivos comuns para todos.
Será isto legal?
Colega das 19:28
Legal??????
Em Marte, talvez....
Por cá, ainda não.
Será que a cegueira política se instalou definitivamente no Largo do Rato?
Opinião de Honório Novo, in JN (08.12.08):
Durou um dia a aparente distensão entre a equipa da Educação e a Plataforma Sindical dos Professores. E desta vez não restam dúvidas, é mesmo o Governo quem está empenhado em fechar a janela de oportunidade negocial aberta pela iniciativa sindical de suspender as greves regionais desta semana. Por mais estranho que pareça foram até afirmações da ministra no Parlamento que deram o mote à iniciativa sindical. De facto, nunca se tinha ouvido Lurdes Rodrigues dizer que estava disposta a “negociar tudo”, incluindo um modelo de avaliação alternativo ao que anda a impor, ainda que para ser aplicado só no ano lectivo seguinte!… Perante uma ténue hipótese de reatar o diálogo sem condicionar a negociação à “melhoria” do modelo oficial, permitindo apresentar e defender formas de avaliação alternativas ou diferentes, os sindicatos propuseram retomar as negociações, anunciando, logicamente, a suspensão das greves anunciadas.Vinte e quatro horas depois, um governante veio a terreiro dar provas da maior irresponsabilidade política: corrigiu o tiro das declarações da ministra, omitindo-as ou desvalorizando-as, e “informou” o país que, afinal, o modelo de avaliação que motivou a histórica greve da passada quarta-feira, é para manter…Seria risível e patético se não fosse tão grave e não pudesse ter consequências tão sérias. O Dr. Pedreira parece ser mais um perigoso agitador a fomentar o clima de crispação nas escolas- que assim se pode acentuar - que braço direito da actual política (des)educativa.
Será que o PS já considera eleitoralmente perdidos os professores (a maioria dos quais o apoiou em 2005)?
Será que o Governo vai mais uma vez tentar virar os pais contra os professores, tentando compensar aí aquela perda eleitoral?
Mas será que o PS se esqueceu que pais e encarregados de educação não são parvos e - muitos deles - são também professores?
Será que a cegueira política se instalou definitivamente no Largo do Rato?
Resistência, colegas e amigos, resitência pro-activa.
Em 2009 virá o golpe misericordioso da história e o vaidoso nº 6 passará para a memória colectiva como o destruidor do ensino em Portugal.
Já todos nós estamos fartos de conhecer o "paleio" do ME, além de que somos bombardeados com essa propaganda nos nossos mails. Logo não vale a pena colocá-lo aqui, senhor anónimo. Ninguém liga.
Estou contra este ME e não sou comunista, sou sim consciente de uma realidade que a nós todos afecta, consciente da necessidade de qualidade da escola pública, consciente de que as medidas impostas pelo ME em nada dignificam os professores, a escola, a democracia.
Ana,
Não quer edsta avaliação ou defende outra? Ou não quer nenhuma?
Com contribuinte e encarregado de educação sou dos que penso que deve haver avaliação e que os bons professores não a receiam...
Ana
Parabéns pelo Blogue. Sabe qe não pode divulgar a cara dos meninos sem autorização?
Não receio a avaliação. Defendo mesmo que haja avaliação . Contudo este modelo já foi dito que não serve. Não vale a pena voltar a falar dele. Também sou encarregada de educação e quero o melhor ensino para os meus filhos, ensino público. Sempre tive a maior confiança nos professores dos meus filhos.
Para o anónimo das 21e 34
ObrigadaOs meus alunos estão autorizados a tirar fotografias. Há muitos anos que trabalho num projecto internacional " Working Together" e temos o cuidado de convocar os pais para pedir as autorizações. De outra forma não podia ser.
"3. De acordo com o decreto-lei 15/2007 e o decreto regulamentar 2/2008, um professor que recuse ser avaliado não pode progredir na carreira nesse ano.
..."
Ramiro,
Desculpe discordar mas se o tempo não for avaliado não contará para efeitos de concurso.
Carlos Mateus
Carlos, é preciso calma. Muita coisa ainda vai acontecer. Se os professores recusarem em massa a avaliação, o ME vai ter de ceder.
Sim , um dos maiores problemas é o efeito no tempo para concurso e aí, de facto, os contratados são o elo mais fraco, assim como os colegas que ainda concorrem.
Estes pensam duas vezes antes de recusarem a entrega dos objectivos.
pensarão...vamos ver no que vai dar.
Para Pai atento
Os professores querem ser avaliados. Essa de os professores não quererem ser avaliados é a versão do governo, pois isso convém que passe para a opinião.
Quando comecei a trabalhar (início de 80), entrava um inspector (sem aviso prévio) para assistir às aulas e avaliar todo o trabalho. Já nessa altura faziamos formações todos os anos, directamente relacionadas com a actividade lectiva . Mais tarde continuamos a ser avaliados através de relatórios da actividade lectiva que eram apresentados a uma comissão de avaliação e nas acções de formação que todos tinhamos de frequentar. Os colegas que queriam transitar de escalão (para o 8º) tinham de se submeter a provas públicas ( isso acabou). Por isso como pode ver, de forma correcta ou não, temos sido avaliados.
Relativamente à penalização de não progressão, penso que não será só este ano, mas sim que este ano não contará jamais para progressão, tal como os anos em que esta esteve congelada.
Eu vou mudar de escalão em Abril dado que por 30 dias fiquei congelada e não mudei para o 8º escalão. Não concordo com esta avaliação, não entreguei os objectivos mas acho que vou ficar outra vez penalizada. o que acham que devo fazer?
Estou a ver que o ministerio não vai ceder, deveria mudar de escalão em Fevereiro. Estou à 5 anos no 7º escalão, não sei o que nos vai acontecer...
Não estou a ver que o ME ceda em mais alguma coisa.A Plataforma agora tb é tudo ou nada! Acordou tarde! Só agora se lembraram que a carreira estava dividida? Só agora se aperceberam da complexidade deste modelo de avaliação? Pq não viram antes de terem assinado o bendito memorando? O ME não tem nada a perder se não quisermos ser avaliados, bem pelo contrário, poupa mt donheiro.
Para os anónimos infiltrados e muito preocupados de que os professores não desejam a avaliação, por que não pedem ao ME que nos avalie por um sistema de avaliação docente em vigor na Europa? Ou será que a esses senhores o que lhes interessa é a confusão para continuarem a afirmar que não queremos avaliação?
Tragam-me o modelo da Finlândia ou até da Espanha e amanhã sou o primeiro a ser avaliado. Agora modelos pinochets?! Por favor...
Estou à 6 anos no 7ºescalão, entreguei o relatório critico, tive satisfaz mas por 30 dias fiquei congelada. Deveria mudar agora para o escalão máximo de professor, mas o que adianta enquanto continuar esta divisão na carreira. Qdo tiver idade para me reformar (daqui a 20) ainda devo estar na mesma!! Não tenho medo de ser avaliada agora não me peçam para dar notas aos alunos para atingir as metas!!! Qual è o nosso papel Palhaços!!!
A rapariga pensou no mal que o agiota já tinha causado a outras raparigas da aldeia. Então, cheia de coragem esticou-se, colocou a mão num dos seios e retirou uma faca, rápida como uma seta espetou-a, profundamente, no coração do agiota que se contorceu de dor como uma ratazana.
Evoramonte
À medida que a noite avança, a criatividade aumenta, pela positiva. Obrigada colegas.
...Que o Ministério está desorientado e com posturas sistematicamente contraditórias é um dado óbvio; mas qualquer espaço negocial exige que os interlocutores estejam de boa-fé e disponíveis para encontrar soluções adequadas. Exigimos que essa postura, que é a nossa, seja também, inequivocamente, a do Ministério da Educação.
No dia 15 de Dezembro próximo a Plataforma Sindical apresentará ao ME - e posteriormente fará a sua divulgação - uma proposta concreta que permita uma avaliação útil, transitória e tanto quanto possível justa para este ano lectivo, de modo a deixar bem claro que se defende que os professores e educadores sejam avaliados e de que as escolas devem beneficiar do trabalho de avaliação. E deixará também claro que é possível e viável construir para o futuro um modelo de avaliação de desempenho estruturalmente diferente do que o ME quis impor aos professores. Esta posição foi claramente expressa ao secretário de Estado Jorge Pedreira que confirmou haver da parte do ME disponibilidade para debater esta questões.
As escolas devem portanto manter suspensas todas as actividades inerentes à concretização do modelo de avaliação de desempenho do ME – uma imposição em sentido contrário por parte do ME seria obrigatoriamente interpretada como um acto de má-fé porque, obviamente, entraria em conflito com os princípios e o espírito que regem negociações.
Negociar – é a razão de ser dos sindicatos – não é ceder, mas sim encontrar soluções justas e adequadas.
Apela-se a todos os professores e educadores a que não se deixem dividir nem intoxicar por boatos, insinuações ou pelo aventureirismo de quem apenas nos pretende desmobilizar.
A Direcção do SPGL
Não me parece, Ramiro, que tenha razão no ponto 4 do texto. A penalização pode chegar, no plano estritamente legal, à não contagem do tempo para efeitos de progressão (art. 16 das disposições transitórias do ECD e art. 37 do ECD). Ou seja, a penalização atinge todos, mais cedo ou mais tarde. Defendo, por isso, uma luta política e não uma luta burocrática.
Francisco Queirós
Ok!
Mas o raio da luta política... é só para o ano!
E O PSD parece que anda às costas deste MINISTÈRIO:
PORRRRRA!
PARA NOS DESCONTRAIRMOS um pouco...
raiva Diz:
Dezembro 9, 2008 at 12:03 am
1) Em Janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a cantar, se vires Sócrates, põe-te a chorar.
2) Quem vai ao mar avia-se em terra; quem vota Sócrates, mais cedo se enterra.
3) Sócrates a rir em Janeiro, é sinal de pouco dinheiro.
4) Quem anda à chuva molha-se; quem vota em Sócrates lixa-se.
5) Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão; parvo que vota em Sócrates, tem cem anos de aflição.
6) Gaivotas em terra temporal no mar; Sócrates em Belém, o povinho a penar.
7) Há mar e mar, há ir e voltar; vota Sócrates quem se quer afogar.
8) Março, marçagão, manhã de Inverno tarde de Verão; Sócrates, Soarão, manhã de Inverno tarde de inferno.
9) Burro carregando livros é um doutor; burro carregando o Sócrates é burro mesmo.
10) Peixe não puxa carroça; voto em Sócrates, asneira grossa.
11) Amigo disfarçado, inimigo dobrado; Sócrates empossado, povinho atropelado.
12) A ocasião faz o ladrão, e de Sócrates um aldrabão.
13) Antes só que mal acompanhado, ou com Sócrates ao lado.
14) A fome é o melhor cozinheiro, Sócrates o melhor coveiro.
15) Olhos que não vêm, coração que não sente, mas aturar o Sócrates, não se faz à gente.
16) Boda molhada, boda abençoada; Sócrates eleito, pesadelo perfeito.
17) Casa roubada, trancas na porta; Sócrates eleito, ervas na horta.
18) Com Sócrates e bolos se enganam os tolos.
19) Não há regra sem excepção, nem Sócrates sem confusão.
com no Umbigo
ANÓNIMO DAS 22:29
COMO PODE FICAR CONGELADO POR 30 DIAS?
QUEM ESTAVA NESSAS CONDIÇÕES, PODE EM JANº DE 2008 MUDAR DE ESCALÃO.
Quem não for avaliado neste módulo 2007-2009, só progredirá quando acabar o próximo 2009-2011.
Ramiro,
Realmente a questão dos contratados tem sido o nosso maior problema. Este ano não temos o problema da renovação de contratos, mas temos outro: a prova de ingresso. Só poderá dispensar a essa aberrante prova, eliminatória, quem tiver cumulativamente 5 anos de serviço docente efectivo até à data da realização da primeira prova e avaliação de BOM nesse ano. Este é o único ponto que me preocupa. Mas tb considero que se houver capacidade de resistência para em conjunto recusarem a avaliação, o ME terá de ceder pois precisa dos contratados, o sistema não funciona sem eles. No mínimo o que devem fazer é adiar o mais possível uma decisão quanto à entrega dos OI. Pelo menos isto! E aqui os PCE e os avaliadores devem ter a noção que não podem encostar os contratados à parede. Têm de lhes dar segurança e tranquilidade para que eles possam ir recusando/adiando a entrega dos OI! Lembro que pelo simplex já não precisam sequer de ter aulas assistidas para conseguirem o BOM.
Abraço solidário.
JUNTOS VENCEREMOS!
As consequencias para os contratados e´ nao poderem ser opositores ao concurso de 2009/2010. Preferia ter um processo disciplinar do que ver o meu futuro hipotecado por 4 anos ou mais... Ela vai continuar a vergar-nos!
O Governo, tal como o empresariado, esta´ consciente de que pode brincar com os profissionais porque, `as suas portas, na fila, se encontram milhares de desempregados, de acade´micos tão carenciados economicamente que, temporariamente, não estão atentos a questões de justiça ou de dignidade humana.
Faço parte do colégio professoral duma escola alemã. Hoje contei a alguns colegas o que se passa em Portugal com a pretendida avaliação dos professores. Todos ficaram de boca aberta, perguntando se Portugal ficava realmente na Europa. O espi´rito fascista que se esconde por detrás da pretendida praxis é incompati´vel com um estado democrático. A Alemanha encontra-se na Europa, em espi´rito de reforma tambe´m mas não acontece nada que se pareça com o que acontece em Portugal. Porque não vem o ME aprender dos alemães, continuando a orientar-se pelo espi´rito autoritário do terceiro mundo?
Antonio Justo
Alemanha
força, se se mantiverem unidos vencerão.
quem luta pode não vencer, mas quem não luta já perdeu!
força em prol da escola pública e por um ensino de qualidade.