99 docentes da E. S. Dr. Manuel Laranjeira, em Espinho, decidiram não apresentar os objectivos individuais nem preencher as grelhas
Os signatários, professores da Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira – Espinho, reunidos em plenário no dia 18 de Novembro de 2008, pelas 18.30 horas, no anfiteatro da escola, consideram que o sistema de Avaliação de Desempenho Docente, instituído pelo Decreto Regulamentar 2/2008, de 10 de Janeiro, não respeita princípios centrais de uma avaliação justa e é claramente impraticável, pelas razões que a seguir se apresentam:
1. O sistema de avaliação do desempenho docente não respeita o princípio da equidade. Este princípio determina que, perante o mesmo critério de avaliação, os professores se encontrem em situações iguais. Ora, quanto ao critério de avaliação a partir dos resultados dos alunos, há professores em situações desiguais: uns serão avaliados também em função dos resultados dos seus alunos numa prova externa – exames nacionais – e outros não.
2. O sistema de avaliação de desempenho docente não respeita o princípio da diferenciação científica e didáctica do avaliador. Uma vez que o concurso para professor titular não se baseou na avaliação da qualidade científica e didáctica de todas as funções relevantes da actividade docente, a divisão entre professores titulares e professores não tem justificação sólida. Por consequência, a referida divisão não estabelece qualquer diferença de mérito. É, por isso, arbitrária e artificial.
3. O sistema de avaliação de desempenho docente não respeita o princípio da responsabilidade individual. Incidindo em aspectos da actividade docente que escapam, completa ou parcialmente, ao controlo individual do professor, em particular a melhoria dos resultados dos alunos e a redução da taxa de abandono escolar, atribui a um indivíduo – o professor – uma responsabilidade que é colectiva.
4. Do ponto anterior resulta que o sistema de avaliação não respeita o princípio da consistência. De acordo com este sistema de avaliação, os resultados dos alunos são da responsabilidade do professor. Todavia, de acordo com a legislação em vigor, a avaliação dos alunos é da “responsabilidade do professor, do conselho de turma, dos órgãos de gestão da escola, assim como dos serviços centrais e regionais do Ministério da Educação”.
5. O sistema de avaliação de desempenho docente não respeita o princípio da objectividade. Um dos objectos da avaliação referida é a relação pedagógica. Ora, saber qual é a relação pedagógica adequada é matéria de disputa entre aqueles que se ocupam do assunto. Nesse caso, não se pode excluir a hipótese de que a relação pedagógica adequada é contextual. Isto quer dizer que depende do contexto formado por cada professor na sua relação com cada turma. Com efeito, diferentes professores podem ter diferentes relações pedagógicas com a mesma turma e assegurarem aprendizagens igualmente sólidas. Assim, avaliar a relação pedagógica enfrenta uma dificuldade muito séria – a dificuldade de valorizar de maneira mais ou menos positiva factores inevitavelmente subjectivos. Esta dificuldade é tanto maior quanto a relação pedagógica é um factor de desempate entre professores que têm a mesma classificação.
6. O sistema de avaliação de desempenho docente não respeita o princípio da submissão a testes prévios. Uma das características do exercício da profissão docente é a complexidade e diversidade dos contextos em que ocorre. Esta característica exige que a avaliação de desempenho seja previamente testada em diferentes contextos. Dado que estes testes prévios não foram realizados, não estão controlados os riscos de desajustamento e inadequação em contextos específicos. Não é, por isso, razoável que de um modelo que não foi sujeito a testes prévios resultem avaliações definitivas para aqueles que, pela primeira vez, o aplicam.
7. O sistema de avaliação de desempenho docente não respeita o princípio sensato e óbvio de que o mérito não se define a priori, antes se determina a posteriori, recorrendo à análise dos dados relevantes da actividade docente. Estabelecendo à partida quotas para as classificações mais elevadas, o sistema de avaliação do desempenho subverte o princípio referido.
8. O sistema de avaliação de desempenho docente não respeita o princípio da relevância. Este princípio tem um valor didáctico indiscutível. Querendo avaliar e quantificar demasiados aspectos da actividade docente, sem distinguir o que é central do que é simplesmente acessório, o sistema de avaliação de desempenho arroga-se uma pretensão de omnisciência impraticável. A consequência previsível deste modelo será aquilo a que, numa expressão certeira, se chamou «pesadelo burocrático». O estudo, a leitura, a reflexão, a discussão entre colegas dificilmente cabem neste modelo do professor-funcionário. Mas é justamente este excesso de burocracia que derrota a aplicação deste sistema de avaliação, tornando-o impraticável.
Pelas razões expostas, os professores abaixo-assinados da Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira decidem suspender a sua participação neste processo de avaliação do desempenho docente. A quantidade e gravidade das falhas detectadas fazem desta decisão a maneira mais prudente e segura de defender a escola pública e a qualidade das aprendizagens dos nossos alunos. Assim, até que se proceda a uma revisão dos fundamentos deste sistema de avaliação, os professores abaixo-assinados não apresentarão qualquer proposta de objectivos individuais e não preencherão qualquer ficha ou grelha relativa ao seu processo de avaliação.
Parabéns colegas...
Força...
O QUE É ISTO??????
23-11-2008 - 12:15h
Sindicatos apresentam solução para avaliação de professores
Mário Nogueira fala em modelo de avaliação «simplificado» e centrado na actividade dos docentes
A Plataforma Sindical de professores vai apresentar na próxima sexta-feira uma proposta de avaliação simplificada ao ministério da Educação, afirmou Mário Nogueira em entrevista à SIC Notícias.
A intenção é «salvar» o ano lectivo, «centrando o processo de avaliação na vertente do professor e libertando as burocracias» existentes na proposta de Maria de Lurdes Rodrigues. Mantém-se, por isso, a intenção de suspender o processo que o Ministério pretende implementar, mas a vontade é que «haja uma avaliação dos docentes».
Nesta proposta, não entrarão as indicações deixadas nesta semana pela ministra. «Ao contrário do que diz o ministério e o primeiro-ministro, os professores nunca foram contra a avaliação e também não é verdade que nos últimos 30 anos não tenham sido avaliados. Aliás, desde 1990 que existe um modelo, regulamentado em 1992, que já avaliou os docentes», explicou o líder da Fenprof e porta-voz da Plataforma.
«Excluímos qualquer solução administrativa, como por exemplo, atribuir Bom a todos os professores, e qualquer simplificação do modelo actual», disse Mário Nogueira ao Diário de Notícias, que não quis apresentar mais pormenores, porque «a proposta terá de ser apresentada primeiro ao Ministério e só depois à comunicação social».
«Não defendemos um vazio avaliativo. Esta nossa proposta será a prova de que os professores querem ser avaliados já este ano. Mas terá de ser de uma forma simples, que não exija a definição de novos instrumentos, uma vez que estamos quase a finalizar o primeiro período», frisou.
www.diario.iol.pt/sociedade/educacao-professores-fenprof-avaliacao-mario-nogueira/1016336-4071.html
COMUNICADO CONJUNTO DO MUP E APEDE
A APEDE e o MUP apelam a que, no próximo dia 3 de Dezembro, todos os professores que adiram à greve não fiquem em casa, mas se concentrem nas suas escolas. Nelas poderão organizar reuniões gerais de professores a fim de discutir futuras estratégias e formas de luta e, se assim o entenderem, para ESCOLHER OS DOIS REPRESENTANTES POR ESCOLA DESTINADOS A PARTICIPAR NO ENCONTRO NACIONAL DE ESCOLAS EM LUTA (LEIRIA, 6 DE DEZEMBRO). Nesse dia 3, os professores das escolas de um mesmo concelho poderão organizar-se para se MANIFESTAREM NO CENTRO DAS SEDES DE CONCELHO, chamando os pais e os alunos a integrar essa manifestação. Durante esta última, poderão ser distribuídos comunicados à população de modo a informá-la sobre as causas que estão a mobilizar os professores, as quais não se confinam ao problema da avaliação:
• Defesa da escola pública e de um ensino de qualidade, contra uma política demagógica que pretende transformar os professores em fabricantes de sucesso escolar fraudulento;
• Revogação do Estatuto da Carreira Docente enquanto matriz dessa política;
• Combate a um modelo de avaliação que constitui o instrumento prático para forçar os professores a servir a mistificação que o Governo quer impor à escola pública.
Para que tal iniciativa se concretize, será necessário comunicar ao respectivo Governo Civil o trajecto, o dia e a hora da manifestação regional.
Esta forma de luta para o dia 3 já está a ser organizada, espontaneamente, em diferentes regiões do país: em Ponte de Lima, nas Caldas da Rainha e em Sintra. É importante que outras zonas adiram de modo a que o dia 3 seja mais um momento de afirmação do combate sem tréguas que os professores têm de assumir contra as políticas ministeriais.
MOBILIZAR! UNIR! RESISITIR!
www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/11/comunicado-do-mup.html
UNIDOS PELA REVOGAÇÃO DO ECD
Colegas,
Temos de estar atentos. Tendo em conta as últimas notícias, é preciso dizer aos sindicatos que a luta não se centra na avaliação. Temos de lhes fazer chegar que o seu comprometimento em agendas com o Ministério de Educação para fazer algumas alterações ao projecto de avaliação dos professores, deixando "cair" a necessidade de rever primeiro o ECD, não é o caminho certo.
Alguns colegas têm-nos enviado mensagens em que revelam as suas preocupações, receando que se desemboque num "acordo tácito" entre o Ministério e os sindicatos, até ao dia em que se acabar por vencer a resistência do último professor à imposição do ECD e ao modelo de avaliação mais ou menos cozinhado.
Está, pois, na hora de exigir aos sindicatos - representantes institucionais dos professores nas negociações com o Ministério - que sejam fortes e trilhem o caminho da fiel interpretação dos sentimentos e da vontade dos docentes!
Está na hora de todos os movimentos cívicos e independentes de professores reforçarem a luta e, caso o sindicatos o não façam, assumirem que só eles estão neste momento ao lado dos professores, pela revisão do ECD e pelo fim do actual modelo de avaliação.
A verdadeira luta começa agora.
UNIR! MOBILIZAR! RESISTIR!
www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/11/unidos-pela-revogao-do-ecd.html
Passo por aqui diariamente e, várias vezes, fico pensando sobre tudo o que aqui leio:
Suspensão de avaliação... não apresentação dos objectivos individuais...ECD
Não vale a pena repetir que os sindicatos mais parece que ficaram dormindo até à saída do ECD e continuaram meio ensonados, após o dia 19 de Janeiro de 2008.
Há uns tempos atrás acordaram e
nós, docentes, também, ao longo do mesmos tempo, temos continuado numa espécie de hibernação e confiando demasiado nos "nossos representantes".
O ECD está aí desde Janeiro de 2007, há quase 2 anos...tanto tempo...
Peço desculpa mas... existe um aspecto em que considero que a Srª Ministra diz a verdade: ainda não lhe chegou às mãos um pedido de algum conselho executivo para suspensão do modelo de avaliação.
Realmente,parece-me que, em quem votámos, nos nossos agrupamentos/escolas para nos gerir, competeria executar o que é decidido em pedagógico e, até aqui, ainda não tive conhecimento que algum conselho que executa, nos agrupamentos/escolas, tenha solicitado a suspensão de um modelo que todos nós consideramos que pouco contribuirá para o sucesso dos nossos alunos.
Ainda mais convencida fico quando revejo e reoiço as palavras da Srª Ministra em http://www.youtube.com/watch?v=Xc4rtTUQURc&feature=related.
" O código da estrada impede os acidentes?!..."
O que deduzo do que leio, nos diplomas que nos regem, é que ao não ser avaliada este ano o que me poderá acontecer será atribuirem-me a pontuação de 0 (zero) valores, aos quais não poderá ser atribuída alguma menção qualitativa.
A lei é para se cumprir e eu só questiono, a quem tiver paciência para me ler, se eu não entregar os meus objectivos, na aplicação informática, será que sou exonerada ao ter 0 valores na avaliação, mesmo que a minha prática diária satisfaça todos os itens referidos no ponto 2 do Artigo 9º do Decreto Regulamentar 2/2008, de 10 de Janeiro?
P.S. Tenho reparado que os meses com o nome de Janeiro têm sido férteis em diplomas que "regulam" a carreira docente. Nasceu o 15/2007, nasceu o 2/2008...
Em que mês/meses terão sido gerados para verem a luz do dia em Janeiro?!
Quase que aposto que, no próximo Janeiro, nascerá outro "menino indisciplinado"
Passo por aqui diariamente e, várias vezes, fico pensando sobre tudo o que aqui leio:
Suspensão de avaliação... não apresentação dos objectivos individuais...ECD
Não vale a pena repetir que os sindicatos mais parece que ficaram dormindo até à saída do ECD e continuaram meio ensonados, após o dia 19 de Janeiro de 2007.
Há uns tempos atrás acordaram e
nós, docentes, também, ao longo do mesmos tempo, temos continuado numa espécie de hibernação e confiando demasiado nos "nossos representantes".
O ECD está aí desde Janeiro de 2007, há quase 2 anos...tanto tempo...
Peço desculpa mas... existe um aspecto em que considero que a Srª Ministra diz a verdade: ainda não lhe chegou às mãos um pedido de algum conselho executivo para suspensão do modelo de avaliação.
Realmente,parece-me que, em quem votámos, nos nossos agrupamentos/escolas para nos gerir, competeria executar o que é decidido em pedagógico e, até aqui, ainda não tive conhecimento que algum conselho que executa, nos agrupamentos/escolas, tenha solicitado a suspensão de um modelo que todos nós consideramos que pouco contribuirá para o sucesso dos nossos alunos.
Ainda mais convencida fico quando revejo e reoiço as palavras da Srª Ministra em http://www.youtube.com/watch?v=Xc4rtTUQURc&feature=related.
" O código da estrada impede os acidentes?!..."
O que deduzo do que leio, nos diplomas que nos regem, é que ao não ser avaliada este ano o que me poderá acontecer será atribuirem-me a pontuação de 0 (zero) valores, aos quais não poderá ser atribuída alguma menção qualitativa.
A lei é para se cumprir e eu só questiono, a quem tiver paciência para me ler, se eu não entregar os meus objectivos, na aplicação informática, será que sou exonerada ao ter 0 valores na avaliação, mesmo que a minha prática diária satisfaça todos os itens referidos no ponto 2 do Artigo 9º do Decreto Regulamentar 2/2008, de 10 de Janeiro?
P.S. Tenho reparado que os meses com o nome de Janeiro têm sido férteis em diplomas que "regulam" a carreira docente. Nasceu o 15/2007, nasceu o 2/2008...
Em que mês/meses terão sido gerados para verem a luz do dia em Janeiro?!
Quase que aposto que, no próximo Janeiro, nascerá outro "menino indisciplinado"
Alguém leu...sabe...conhece qual é a proposta que irá ser apresentada pelos sindicatos?
Estamos na mesma?
Eu não emiti qualquer opinião sobre qualquer proposta que não fosse a revogação do ECD e suspensão deste modelo de avaliação!
Alguém opinou?
Estamos outra vez a alinhavar mantas de retalhos,é?
PREOCUPAÇÃO E ALERTA!
Caros colegas,
Começam a chegar-nos inúmeras mensagens de preopcupação e alerta relativamente ao que pode estar a "ser cozinhado": um Memorando de Entendimento Versão 2.
Um colega diz-nos: "Por aquilo que conheço do poder, por aquilo que conheço dos sindicatos, por alguns ecos que tenho e pela reflexão que faço, estou convencido de que já se está a cozinhar o memorando de entendimento parte 2".
O objectivo poderá ser "salvar ambas as partes (M.E. e sindicatos) e esvaziar a luta que tendencialmente pode ser mais aguerrida. Se os sindicatos apresentarem uma proposta de avaliação ao M.E. e se ela for aceite (e acabará por ser aceite)", ambas as partes poderão ficar felizes "porque o modelo de avaliação do M.E. foi destruído e, por isso, os professores têm um grande motivo para estar contentes. Para além disso, podem também cantar vitória para a opinião pública porque são responsáveis - os professores vão ser avaliados."
Se o que está na forja são mais uns retoques ao retoque-manta-de-retalho feita pela Sr. Ministra, os professores têm de dizer, de já, NÃO A ESTE MODELO DE AVALIAÇÃO, independentemente do número de remendos!
A ser assim, o ECD pode ser atirado "para as calendas gregas, porque a grande maioria dos professores que não têm grande capacidade de luta verão esta possibilidade simplificada de avaliação, proposta pelos sindicatos e aceite pelo M.E, como bóia de salvação e vão agarrá-la com unhas e dentes. O ECD ficará esquecido ou atirado para o próximo ano lectivo o que, na prática, será o mesmo. Com a desmobilização, o ciclo de mudança ficará concluído com todos os intervenientes a poder cantar vitória, à excepção dos professores que, mais uma vez, ficarão a perder por terem sido ingénuos (?)"
Muitos colegas referem que "é isto que vai acontecer, é isto que já está acontecer."
A nossa mensagem aos professores tem de ser muito clara: é preciso não desmobilizar da luta pelo essencial da questão: o Estatuto da Carreira Docente. Enquanto não for esse o centro das negociações, não abrandaremos na determinação da nossa luta.
No dia 6 de Dezembro, em Leiria, decorrerá um Encontro Nacional de Escolas em Luta.
Torna-se cada vez mais importante a participação do maior número de escolas, através de dois representantes, para que aí possamos analisar a situação e debater o nosso calendário de lutas enquanto o ECD não for revogado.
MOBILIZAR! UNIR! RESISTIR!
www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/11/preocupao-e-alerta.html
Não se esqueçam que, na sequência do memorando de entendimento 1, os nossos sindicalistas, que aquando do 1º cocnurso para titular não concorreram por se encontrar sem componente lectiva, viram as portas abertas comestes concursos especiais que surgiram; e surgiram na sequência do entendimento; deputados e dirigentes sindicais acederam a titulares.
Por isso não me venham com tretas de sindicatos e com defesa da escola pública.
Parafraseando o título de um excepcional blog diria "é a educação do meu umbigo"!
CALMA AÍ !!!
Temo, quase tanto, as ideias dos sindicatos como as desta ministra… Será que ainda não conseguiram perceber que a avaliação não é uma questão isolada? Este modelo de avaliação integra-se no novo Estatuto da Carreira Docente e é aí que começam os problemas… A ele seguem-se as outras idiotices legislativas, os novos Estatuto do Aluno, Modelo de Gestão Escolar e Modelo de Concurso de Professores. Não se podem isolar as partes do todo, se há partes do ECD que estão profundamente erradas a questão deste modelo avaliação não é sequer a mais grave, esta, por absolutamente impraticável, estava à partida condenada ao fracasso, aliás, penso que as outras lhe seguirão pelo mesmo motivo. A não ser que a política de destruição da educação em Portugal seja para continuar… Bom nesse caso, deixem voltar os reitores, motivem os professores esmagando-os, imbecilizem de vez os alunos e deixem andar esta merda…
www.sinistraministra.blogspot.com/
Retornou a onda anti-sindical!Se ´~ao confiam nestes sindicatos,criem outro.O ministério,quer queiram quer não, só negoceia com sindicatos.
Anónimo disse...
Retornou a onda anti-sindical!Se ´~ao confiam nestes sindicatos,criem outro.O ministério,quer queiram quer não, só negoceia com sindicatos.
23 de Novembro de 2008 19:03
Tem piada esta sua observação. Se os professores continuarem a bater o pé (e não tenho dúvidas que o vão a continuar a fazer) levam tudo à frente: o ME, a Plataforma sindical e tudo o resto.
Não tenho dúvidas.
O Nogueira está avisadíssimo!
Tenham serenidade e não comecem a disparar contra os sindicatos. Faz sentido apresentar uma modelo alternativo de avaliação e é correcto negociar alterações profundas ao modelo do ME de forma a acabar com o pesadelo burocrático já este ano. Não conheço as propostas dos sindicatos. Quando conhecer a proposta, pronunciar-me-ei. Até lá, tenho de confiar.