E se nos juntássemos em Lisboa no dia 15 de Novembro (sábado)? A festa é linda. Venham daí! E saibam porquê, lendo este texto
1. Todos à manifestação nacional no dia 15 de Novembro contra o modelo de avaliação atomista, complicado e burocrático, imposto pelo Ministério aos professores.
2. Por uma avaliação simples, holista e produtiva, que não confunda o acto de avaliar com o de formar!
3. Este modelo de avaliação, imposto pelo Ministério, é perverso e contraprodutivo. O legislador, desconhecendo a realidade e a prática do ensino, assim como o contexto em que se desenrola, decretou medidas que aparentemente são muito justas e racionais mas que, por efeito de composição, levadas a cabo por um conjunto enorme de pessoas, produzem efeitos contrários ao esperado e, por isso, se revelam absurdas quando postas em prática.
4. Jean-Pierre Dupuy, o maior filósofo francês vivo, inspirado nos trabalhos de Ivan Illich, demonstrou que a contraprodutividade do trabalho resulta, na maior parte das vezes, desta mentalidade tecnocrática, utilitarista e consequencialista, que procura sempre e sempre mais meios para atingir os fins. De tanta preocupação com os meios, o trabalho perde-se nas “técnicas” e nos “instrumentos”, nos “recursos”, na “preparação” e nas “estratégias” e, quanto ao fim propriamente dito, esse fica esquecido ou não é atingido por causa do desperdício de tempo nos meios. Vou dar um exemplo simples dos transportes. Imaginem que toda a população de um determinado território se convence, por efeito mimético, que o automóvel é o meio mais racional, muito mais rápido e confortável para fazer as suas deslocações do que os transportes públicos. Todos, fazendo o mesmo e às mesmas horas, entopem as ruas e estradas e ninguém anda: demora-se muito mais tempo do que andar de bicicleta ou até mesmo a pé. Conclusão: uma decisão aparentemente racional, inteligente e correcta revelou-se absurda e contraprodutiva, perversa.
5. O mesmo se passará e já se passa com este modelo de avaliação: ele insiste tanto nos “meios” para o ensino, nas “estratégias”, nas “preparações” e “planificações”, nos “recursos” e nas “técnicas” que o fim (o ensino e a aprendizagem) ficará num lugar muito secundário o que, como tem sucedido, se irá provar nas provas internacionais dos nossos estudantes. Os professores vão gastar muito mais tempo do horário normal de trabalho por semana (35 horas) a dizer e a explicar o que vão fazer e, depois, a explicar o que fizeram e como o fizeram do que a ensinar e a ajudar os alunos a prender. Daí resultará uma enorme contraprodutividade que os resultados dos exames não conseguirá disfarçar.
6. E porque sucede assim? Porque o modelo é extremamente complicado: confunde o acto de avaliar com o acto de formar. Embora toda a avaliação deva ter implicações na formação contínua do professor, avaliar e formar devem ser actos distintos, o que não se verifica. Com este modelo, será legítimo perguntar se o trabalho dos orientadores de estágio foi em vão já que tudo o que se fez antes está posto em causa! Mais, os próprios orientadores serão avaliados/formados pelos seus avaliadores, pondo em causa o trabalho com os seus formandos!!! Há aqui qualquer coisa de muito perverso e absurdo, para já não falar no facto de um licenciado poder avaliar/formar um doutorado!
7. A avaliação do professor deve incidir apenas sobre 4 factores gerais: a progressão dos seus alunos que se mede pela comparação dos resultados médios entre uma avaliação diagnóstica exaustiva e completa à partida e uma avaliação sumativa aferida à chegada, podendo professor retirar uma ou outra turma cuja motivação para os estudos é abaixo de zero, pela pontualidade/assiduidade como funcionário do Estado, pela sua formação e estudos/publicações no domínio científico e pedagógico, pela participação na vida cultural da escola. O resto é pura perda de tempo e demagogia. Os professores sabem como dar aulas, o que sucede é que muitas vezes não têm os meios humanos (alunos e pais), organizacionais (complicação burocrática e gestão centralizada) e condições materiais para o poder fazer com qualidade. Quantas salas estão equipadas com projecção multimédia?!8. Temos que dar um empurrão definitivo a este monstro absurdo mascarado de pedagogia científica!


Aposto que já não acontecerá uma marcha de 100 mil professores. Uns, estão já desmotivados, desmoralizados; outros, como já são t(r)itulares, limitam-se a mostrar o ceptro, a coroa e a arrastar o manto; os restantes dividem-se: uns fazem vénias e colam-se aos "tubarões", também eles colantes, mas cortantes; outros, os mais estóicos, ainda acreditam que as coisas podem mudar - veja-se o caso do autor da proposta.
Pertenço, infelizmente, à fila dos desiludidos e descrentes. Todavia, alinharia na ida a Lisboa. É que tanta apatia dói.
Podem contar comigo, só que desta vez não sairá da minha boca uma única palavra de ordem. O meu protesto será silencioso tal como a tumba em que esta equipa ministerial enterrou a escola e a educação em Portugal. Afinal palavras para quê, os estragos estão à vista, só a cegueira de alguns os impede de constatar a realidade! Que o dia 15 de Novembro seja um Nacional Velório!
Concordo com a ideia da marcha fúnebre pela educação. Vamos passar a palavra a ver se isto ainda tem volta a dar.
Estou pronto!
Estou disponível...E se acontecer, não irei só.
Passem a palavra para ver se isto tem pernas para andar. É preciso substituir as lamúrias pela acção. Dia 15 de Nov. é bom dia. É um sábado.
Vamos lá! Sem bandeiras, nem palavras de ordem, nem conversas, nem entrevistas! Total silêncio! De luto, a negro. O maior número possivel. Não têm de ser os 100 000. Temos de ultrapassar a questão numérica!
Coragem e tragam um(a) amigo(a) também. Basta de sermos espezinhados. Basta!
Cá em casa seremos DOIS! Quer chova ou vente!
Na blogosfera, através dos sms comecem a divulgar!
BASTA!
O poema da colega Isabel Fidalgo pode ser a alavanca!
Vamos a isso!
E deixemos de pensar nos 100MIL e no trauma que isso nos está a causar! Se formos DEZ MIL jáa seremos muitos. Esta apatia é que não leva a nada. A nossa revolta só é visível através dos blogs! Há muita gente que não conhece a blogosferaa mesmo dentro da clase docente.
Ramiro, ponha a ideia a andar!
Eu vou !!!
Eu também vou!
emília pina
Esta coisa de quem não é titular estar sempre a empurrar grande parte do MAL do estado presente ou futuro da educação (futuro depois da Avaliação) É O QUÊ?
Acredito, piamente, que 99,999 por cento dessas almas iluminadas e puras, se amanhã abrisse concurso livre para Titular, concorreriam de olhos fechados... Posso ainda acreditar, pois para isso contribuem com os seus comentários, que depois, já na posse do título, deixariam de ser almas puras e iluminadas! Neste seguimento de idéias,
posso ainda perguntar: ESTÃO COM INVEJA?
Não estejam que não vale a pena!
Sai tudo do corpinho e das muitas horas diárias dadas a troco de nada, só para fazer incontinência "papelária".
Vamos lá a ter juízo e a deixar os titulares em PAZ!
Não se pense contudo que esta divisão me agrada! ANTES PELO CONTRÁRIO! Sou absolutamente contra TUDO: desde o Estatuto até ao restante e tudo o que ainda há-de vir!
CONTRA TUDO, OUVIRAM BEM?
E, por acaso, ainda não ouvi dizer ou fazer a nenhum titular algo que pudesse por em causa a sua dignidade profissional!
Tenham juízo!
Dediquem-se antes a pensar em como deitar abaixo este modelo de (DES)Educação, a miná-lo e não em difamar os Titulares que são PROFESSORES COMO VOCÊS!
E já agora aceitem um conselho de borla:
Não concorram!Aprendam qualquer coisa com os erros dos outros!
Concordo com a marcha silenciosa, mas com cartazes. Eu irei!
vou começar a mandar sms.
e vou lá estar!
ana g.
Boa.
Teremos que voltar á rua.
Vamos passar a msg, falar com outros colegas. Alguém pode fazer um cartaz como símbolo, com data, local e outras informações essenciais, para visualmente ser mais fácil de passar nos blogues e na Net?
Quem pode pedir autorização junto do Governo Civil?
Se for necessário organizamo-nos para cada professor ficar com a responsabilidade da divulgação junto das escolas mais próximas e de manter contacto entre todos.
Que acham?
Ana
Creio que a iniciativa é para seguir em frente mas creio que o modelo de avaliação é sómente a consequência natural de toda esta desastrada e desastrosa política (des)educativa.
Pelo que considero que a Manifestação deverá ter como mote: Esta Política Educativa, Não! A Bem dos Alunos e Dos professores!
A contestação dos professores visa toda a política educativa (ou sua ausência) nestes 3 anos.
Uns simples folhetos simples com informação das mentiras deste trio á população (fotocopiadas e entregues) também creio ser uma iniciativa a promover. Que acham?
Ana
Cá em casa somos 2, titulares, desiludidos e revoltados, pouco crentes em alternativas nesta data, mas "combativos" (mais ou menos)
Estaremos lá, quanto mais não seja para ficar de bem com a própria consciência
Aires
Acho que essa é uma excelente ideia.Temos de mostrar a nossa indignação.
Acho uma óptima ideia e estou a passar a palavra mas a reacção tem sido:
Tão tarde?? Porque não a 15 de Outubro??
Nessa altura já terão sido entregues os objectivos individuais...
Será que aguentamos até lá?
Estou pronto para voltar à rua!
Um comentário à proposta de avaliação que este colega apresenta:
A comparação entre os resultados da avaliação diagnóstica e os resultados da avaliação sumativa parece um mau indicador porque os dois tipos de avaliação são distintos, não têm os mesmos objectivos e não são realizados nas mesmas condições. Tenho muitas dúvidas sobre este parâmetro da avaliação do desempenho e tudo o que tenho consultado na literatura não me permite ter outra opinião. No entanto, ela pode existir e devidamente documentada.
Eu sou "titular" e vou desfilar na Av da Liberdade. é impossível trabalhar assim...Vamos soçobrar debaixo de um mar de papelada!!!
Sou titular, não uso ceptro nem passeio o título pela escola: isso não me torna diferente do que sempre fui.
Irei novamente a Lisboa!
A revolta, o cansaço e o que se pretendia("dividir para reinar") não se compadecem com a passividade anestesiante da desilusão.
Também concordo com a ideia da Marcha do Silêncio: não gritarei qualquer palavra de ordem!
Colegas primeiro temos de em cada escola, nas reuniºoes de grupo, departamento e pedagógico deixar registado o nosso desagrado e justificar que esta avaliaç~ao não presta, a comissão paritária tem de ter conhecimento do que se passa no desconcerto de papeis fabricados por esta avaliação, temos que apresentar uma proposta de avaliação alternativa a esta que está a ser testada porque fazendo tudo..deixa passar a ideia que esta avaliação é a melhor...há que subverter tudo...e depois vamos à marcha silenciosa ou barulhenta não importa mas vamos todos
Da outra vez não pude ir a Lisboa mas estive lá de coração com todos os que lutam pela dignificação da nossa carreira.
Desta vez irei sim irei.
Se eram cem mil, desta vez seremos pelo menos cem mil e UM.
Titular forçada e revoltada
SIM, e, por favor, deixemos os sindicatos de lado. Afinal, o que têm feito por nós? Falam, falam, mas não fazem NADA! E nós ainda lhes pagamos!!!!
FORÇA COLEGAS, AFINAL TEMOS QUE PROVAR A ESTE GRUPO DE "SÚCIAS" QUE A NOSSA CLASSE CONSEGUE SUPERAR OS OBSTÁCULOS QUE ELES CRIARAM...
Colegas: concordo em absoluto com a marcha silênciosa... pode ser que uma atitude vá mais longe que palvras, porque essas caem em saco roto...Divulguem o mais que puderem! Estarei lá, de luto e em luta! Pelos alunos! Pela educação em Portugal!
Só vou se o Mário Nojeira não se meter nisso...
Uma mobilização deste tipo levará a Lxª mais de cem mil...não podemos continuar a permitir todos os equívocos e ilegalidades desta proposta de avaliação.Nunca fomos apoiados, ao fim de tantos anos de carreira é que vamos traçar um plano de desenvolvimento individual!... em função dos resultados dos alunos ou das necessidades que sentimos, duma actualização resultante de uma prática reflexiva de autoavaliação.
Avaliados por objectivos ou por competências...afinal fomos competentes durante décadas, formámos gerações, que agora nos colocam em causa, formamos a Inteligência do País e perante esta tecnocracia de algibeira perdemos a massa crítica!
É constrangedor colocar um professor a NEGOCIAR, comerciantes de que mercadoria?
Eu vou dia 15 e vou divulgar o máximo!...E a propósito, sou tiular e não ganho NADA com isto. Perdi muito do meu T ñ lectivo, que ocupava com um grupo mto grande de Desporto Escolar que funcionava mto bem!! Passei a andar "entulhada" em papeis,cargos, reuniões. Não esqueçamos que esta foi a 1ª divisão que o Me criou entre nós.Parece estar a resultar!!!Pela experiência que tenho tido,na minha e nas escolas mais próximas,os titulares e os professores antigos são os que mais têm reenvindicado junto dos CE's e questionado o degree/ME. Por mim, os sindicatos tb ficariam de fora.
Concordo com a ideia de um protesto silencioso, vestidos de negro. (Mas, de negro ou com cores, em silêncio ou com palavras de ordem, o importante é ir). Da nossa casa seremos dois, desceremos de novo a Avenida da Liberdade. Já estou a tentar mobilizar outros colegas e alguns dos que não foram na outra manifestação já declararam que irão se ela existir a 15 de Novembro. Mostremos a nossa indignação e o quanto este processo tem destruído a nossa força anímica para o desempenho da nossa profissão!
Também vou e não vai ser sózinha.
Sou titular e detesto.
Quero lutar contra o ECD e tudo o que de mal têm feito aos professores.
E vou de luto carregado.
Não tenho dúvidas de que vamos ser muitos! Só estava à espera de ser chamada, de novo, a expressar a minha indignação por tudo o que esta ministra tem feito e Sócrates tem permitido! Também sou titular à força e também me querem obrigar a avaliar colegas! Contem comigo! Vou passar a palavra!
Casimira Albuquerque
Também lá estarei mas devíamos fazê-la mais cedo. Conseguiremos mobilizar-nos sem os Sindicatos que têm crescido à nossa custa e agora...
Sou pelo silêncio mas poderemos levar cartazes com "mimos" para os crânios que não querem que o país avance.Julguei que entre Sócrates e Salazar apenas houvesse o S de comum, mas nâo.São tão parecidos!!!Apenas em gerações diferentes, mas a política economicista é a mesma senão, um pouco pior. Salazar abriu poucas escolas, Sócrates tem tratado de as fechar. E mais não digo. Até dia 15.
VOU, sem dúvida!
Estive em Lisboa em Março e estarei lá de novo em Novembro.
Tentarei mobilizar o maior número de colegas, aqui no Algarve.
A hora é agora! Vamos à luta!
O Jorge Monteiro manda um abraço a todos os "titulares".
E será romeiro em Lisboa.
Com palavras ou sem elas, de preto ou de branco, com sindicatos ou sem eles,É AGORA COLEGAS!!!
Sou titular, coordenadora e avaliadora, estou à beira de uma depressão e a culpada é a Maldita Sinistra!!!
"Perdi" o meu grupo de crianças, perdi a alegria, perdi a vontade de trabalhar e estou a perder a minha saúde...
CHEGA! TODOS A LISBOA NO DIA 15. VAMOS MOSTRAR À SINISTRA QUE NÃO PERDEMOS A FORÇA!!!! FORÇA COLEGAS!!!
"Terça-feira, 14 de Outubro de 2008
ASSEGURADOS OS QUESITOS LEGAIS DA MANIFESTAÇÃO DE 15 DE NOVEMBRO
Os quesitos necessários relativamente à legalidade da manifestação de dia 15 de Novembro estão assegurados, depois de, hoje, representantes da APEDE e do MUP se terem deslocado ao Governo Civil do Distrito de Lisboa, onde formalizaram a comunicação da manifestação, agendada para as 14:00, com concentração no Marquês de Pombal.
Esta "iniciativa" pretendeu apenas dar resposta a muitos colegas que se questionavam sobre o carácter legal de uma manifestação que surgiu de forma espontânea entre os professores de vários pontos do País.
Naturalmente, pretendemos que todos os movimentos (e sindicatos) se juntem a nós, tendo como protagonistas apenas os professores, a fim de que essa jornada de luta seja expressiva e tenha o sucesso que todos almejamos: inverter o processo de aniquilação da escola pública de qualidade e da dignidade da profissão docente.
www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/10/assegurados-os-quesitos-legais-da.html
"Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008
CARTAZ PARA DIVULGAR A MANIFESTAÇÃO DE PROFESSORES
www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/10/cartaz-para-divulgar-manifestao-de.html
"Sábado, 18 de Outubro de 2008
15 DE NOVEMBRO - A MANIFESTAÇÃO DA VONTADE DOS PROFESSORES
DIVULGA NA TUA ESCOLA E A TODOS OS TEUS COLEGAS
A MANIFESTAÇÃO DA UNIDADE E DA VONTADE DOS PROFESSORES
Sem divisionismos e sem protagonismos!
TODOS A LISBOA
(MARQUÊS DE POMBAL)
NO DIA 15 DE NOVEMBRO DE 2008
PELA REVOGAÇÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE
PELA DIGNIDADE PROFISSIONAL DE CADA PROFESSOR
PELA RECUSA DA DIVISÃO GRATUITA E INJUSTA DOS PROFESSORES
PELA REJEIÇÃO DE UM MODELO DE AVALIAÇÃO BUROCRÁTICO, INOPERACIONALIZÁVEL E INÚTIL
PELA REVOGAÇÃO DO ESTATUTO DO ALUNO DO ENSINO NÃO SUPERIOR
POR UMA GESTÃO VERDADEIRAMENTE PARTICIPADA E NÃO IMPOSTA
POR UMA ESCOLA PÚBLICA EXIGENTE E QUALIFICADA
"UMA ESCOLA, UM AUTOCARRO"
Apela-se a todos os educadores e professores para que se mobilizem nas suas escolas e aluguem, no mínimo, um autocarro por escola/agrupamento, rumando a Lisboa, no dia 15 de Novembro de 2008. A faixa da escola/agrupamento que, certamente, os professores vão querer exibir em cada autocarro, ficará para a história da educação, em Portugal, como um ícone e um símbolo do orgulho em si próprios, na sua profissão e no investimento diário e abnegado que não lhes querem deixar fazer nos seus alunos, mostrando que os professores dessa escola/agrupamento não abdicaram, num momento decisivo, da sua dignidade pessoal e profissional.
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