Criança com deficiência grave passa grande parte do tempo no recreio para não incomodar colegas
Ruben tem comportamento agressivo e não controla as necessidades fisiológicas. Tem graves problemas de linguagem e manifesta alterações de comportamento que resultam em heteroagressividade. Foi-lhe diagnosticada uma doença genética chamada de Inversão do Cromossoma 11. Tem oito anos e frequenta a escola do 1º CEB Pinhal da Vila, em Salvaterra de Magos. Apesar dos pais tentarem colocar o filho no Centro de Recuperação Infantil de Benavente, a DREL entendeu que crianças como o Rubem devem frequentar o ensino regular. O jornal O Mirante de 2 de Outubro conta a história toda. O caso do Rubem é certamente mais um caso típico do falhanço da política de educação especial do Governo. Os pais acusam: sem apoios especializados, o Rubem não consegue aprender nada. A "solução" encontrada não agrada a ninguém: o Rubem passa a maior parte do tempo no recreio para não incomodar os colegas.
lá está deveríamos tentar um recreio para o galheteiro não incomodar ninguém...
Que vergonha, este país está mesmo a arder...
http://acasinhadasissa.blogspot.com/
Olá! Sei que isto não vem a propósito deste seu post, mas vi no seu blog dedicado à educação para a saúde um post sobre o Programa Pessoa da DGDIC e da FMH. Gostaria que me pudesse informar, caso possa e caso saiba, de quem é a responsabilidade de implementação da parte teórica do Programa (Manual de Estilo de Vida Saudável) nas escolas em que decorre, já que, não tendo eu tido qualquer formação (aquela de que fala no blog), e não sendo formado na área do desporto, me está a ser pedido que leccione essa parte teórica nas aulas de Formação Cívica. Não estarão a empurrar para quem não se deve as tarefas menos agradáveis? Faz sentido que um Programa desenvolvido para adolescentes seja implementado ao nível do quinto ano de escolaridade? Obrigado.
Ora ai está o cerne da questão...
Por saber qual o tipo de realidade (escolas sem preparacao fisica e humana para inclusão desses alunos), é que eu defendo escolas ESPECIAIS (podem ser estatais) para esses alunos.
Sei que assim as crianças são melhores acompanhadas e não estão dependentes das boa vontade do professor ou da escola.
Há casos especiais que resultam numa escola normal, mas isso depende muito do esforço individual do prof e não de um sistema instalado.
Essas crianças se um dia ficarem sozinhas no mundo tem de ter armas.
Essas armas numa escola direccionada para o seu problema é concerteza combatido de melhor forma.
Só um exemplo : Se eu tivesse um filho com paralisia cerebral preferia coloca-lo numa escola deste tipo ( http://www.appc-sul.rcts.pt/cont/serv/hipo/hipo.htm ) do que numa escola normal.
http://www.phpbbplanet.com/fagulha/viewtopic.php?t=424&mforum=fagulha
Em relação ao Programa Pessoa a ser implementado no concelho de Oeiras, ainda ninguém (IGE) me respondeu: que suporte legal permite acrescentar mais 90 minutos ao horário semanal dos alunos do 5º, 6º e 7º ano? Quando foi alterado o Decreto-Lei n.º 209/2002, de 17 de Outubro??? A quem interessa a sobrecarga horária dos alunos??? Quem permite que tenham 3 blocos seguidos de actividade física???
Os horários pedidos para leccionar este programa deviam incluir 45min teórica e 45 prática, mas pelo que sei despacharam a teórica para os colegas de outras disciplinas e ficam com 90 minutos de prática. Ou seja, um aluno de 5º ano tem Educação física 5x45min/semana!!! É interessante, se recordarmos que aquando do PAM, os alunos não podiam ter mais carga horária e nem se podiam contratar docentes única e exclusivamente para apoio na Matemática...
É fácil ver quantos professores foram contratados para o efeito.
Assim empregam os finalistas da FMH(?) E mais não digo. Que se investigue!
Anónimo das 23:42!
Infelizmente, não sei responder a essa questão. Leia o comentário do anónimo da 1:00.